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Tomb Raider

Nada mais apropriado que o lançamento nacional de “Tomb Raider” ocorrer justamente no Dia Internacional da Mulher. A maior personagem feminina dos games, Lara Croft, está de volta completamente reformulada depois de um período de três anos sem dar as caras. A questão é: será que a heroína ainda é capaz de honrar o título de “musa dos games”? É o que vamos descobrir.

Este novo capítulo da série “Tomb Raider” não é apenas mais um game no universo da destemida arqueóloga, é também um recomeço para toda a franquia. Depois de tantos games travadões e sem a profundidade emocional necessária para carregar suas histórias, Lara Croft já não era mais o que se propusera a ser quando surgiu em meados dos anos 90. O maior fator para esta revolução no mundinho de Lady Croft foi o surgimento de Nathan Drake e o seu bem humorado e desenvolvido, “Uncharted”. O concorrente era visivelmente baseado nos próprios games de “Tomb Raider”, mas, sem me ater a  meias palavras, infinitamente melhor.

Anunciado no final de 2010, o novo game simplesmente batizado de “Tomb Raider”, visa desconstruir tudo o que se conhecia até então sobre Lara Croft. A premissa é abordar a jovem em sua primeira aventura e mostrar como a Condessa de Abbington, herdeira da fortuna de Richard e Amelia Croft, se tornou a maior caçadora de tumbas da ficção.

O game começa com Lara a bordo do navio Endurance em uma expedição para encontrar o lendário reino de Yamatai, governado pela figura da deusa do sol, Himiko. Com 21 anos e ansiosa para deixar sua marca na história, é quando o Endurance naufraga nas misteriosas águas do Mar do Diabo, que Lara (Camilla Luddington) põe pela primeira vez os pés na lenda que ela mesma viria a se tornar. O jogador tem de lidar com uma garota inocente, que nunca na vida sequer chegou a imaginar que um dia passaria pelos terrores que viveria na inóspita ilha japonesa.

Camilla Luddington

Na busca pela própria sobrevivência e de seus companheiros, Lara tem de percorrer cerca de 15 horas de gameplay passando por russos barbudos e nativos hiperativos armados com espingardas, bananas de dinamite e arco e flecha. Quando as balas estão chegando ao fim, a censura não é um problema; pedradas, ataques de machado e a última bala do pente disparada a queima-roupa direto na cabeça do inimigo durante um close de câmara, não devem ser muito agradáveis de se ver para os gamers mais açucarados. Entre neve e chuva, muita chuva mesmo, Lara tem de percorrer toda a extensão da ilha passando por rituais macabros, templos de impecável arquitetura japonesa e samurais de pedra. A trama do game está diretamente ligada ao mistério de navios e aviões desaparecerem no Mar do Diabo.

Escrito por Rhianna Pratchett, o game vem com um roteiro impecável repleto de situações que fazem compreensível o amadurecimento emocional da protagonista. A cada pancada ou até mesmo a tentativa de estupro, ou ver as pessoas pelas quais se luta morrerem diante de seus olhos, mais as referências sutis aos games antigos da franquia, são a combinação sem par entre um excelente script e uma equipe de desenvolvedores igualmente exemplar. Tudo isso e muito mais é o novo “Tomb Raider”. Se não controlássemos Lara, o game poderia ser visto perfeitamente como um filme. Simplesmente não existem loadings no decorrer da trama e os planos de câmera são ágeis e em nada lembram outros games. Em outras palavras, prepare-se para o imprevisível, por mais contraditório que seja dizer  (escrever) isso.

Em se tratando de gameplay, o novo “Tomb Raider” é uma mistura de “Uncharted” com a dobradinha dos games “Batman Arkham”. O mix resultou em um dos melhores games do gênero exploração/aventura já feitos, e é de longe a melhor das aventuras já protagonizadas por Lara Croft. Os movimentos da jovem arqueóloga são uma reprodução dos de Nathan Drake, como os pulos exagerados e os pequenos movimentos orgânicos que a personagem faz, como correr os dedos por uma parede ao se aproximar dela, além do sistema de seleção de armas similar ao do aventureiro topetudo. Não que isso seja ruim, na verdade é muito justo, afinal como já foi dito, “Uncharted” é claramente inspirado nos games anterior de “Tomb Raider”. Já o sistema de cobertura é autêntico e muito natural. Ao se aproximar de uma quina de parede, por exemplo, Lara se abaixa em paralelo, sem se encostar totalmente. Quando próxima do perigo, ela passa a andar com os joelhos curvados, já que não existe um botão para se abaixar no game. Isso é muito útil, pois nos deixa alertas sobre algum perigo próximo só detectado por Lara.

Já do homem-morcego o jogo pegou emprestado o sistema de navegação. Um mundo aberto incrivelmente vasto, cheio de passagens secretas que pode ser explorado a qualquer momento da jogatina. Nada frustrante como costumava ser esse tipo de coisa nos games passados de Lara. Basta selecionar a relíquia ou tumba desejada no mapa e seguir uma espécie de “batsinal”, ativado pelo L2, que põe para funcionar o “modo de sobrevivente”, como se fosse a visão de detetive dos títulos do Cavaleiro das Trevas. Outra característica que os programadores da Crystal Dynamics foram buscar em Gotham City é o sistema de melhoria de habilidade e de equipamentos. Simples: junte pontos de experiência e melhore suas armas. Inclusive, muitas das bugigangas improvisadas que Lara usa são semelhantes as usadas pelo morcegão, como a Grapnel Gun e o Arpéu Avançado. Algumas coisas, porém, seriam inacreditáveis  até para o vigilante de Gotham, mas não para Lady Croft, como transformar uma Type 100 da Segunda Guerra Mundial em uma AK 47 com uns pedaços de metal e madeira.

Com gráficos bem trabalhados, apesar dos cabelos sem movimentação e os rostos sem muita expressão, “Tomb Raider” traz um incrível nível de detalhe nos ambientes e alterações climáticas. Ver o sol nascer após sair de uma caverna não tem preço (R$170,00). A cada machucado, o dano no corpo da heroína e em suas roupas é permanente. Se rastejar por um córrego de sangue enquanto afasta corpos em plena decomposição é incrivelmente belo de se ver. Só com muita chuva pra retirar todo esse ketchup.

Não chora não

A resposta à pergunta feita no começo deste texto é “sim”. Lara Croft ainda é a musa dos videogames. O título agora é tão relevante quanto jamais foi. O novo “Tomb Raider” não é apenas mais um game, é “O” game. E como não podia deixar de ser, Lara Croft prova toda a bravura do seu ser feminino neste Dia Internacional da Mulher. Presentão para as gamers. Gradativamente, o espírito de sobrevivente de Lara passa a aflorar dos seus machucados, cortes e arranhões, irrompendo pela pele rasgada até transformar a menina em mulher; a sobrevivente em guerreira; o nome em lenda.

Veja outras matérias sobre “Tomb Raider” aqui no Chico Louco
Retrospectiva “Tomb Raider”

https://chicolouco.wordpress.com/2010/12/17/retrospectiva-tomb-raider/

Descubra em 5 motivos porque Kelly Brook deve ser a nova “Tomb Raider”

https://chicolouco.wordpress.com/2011/12/28/descubra-em-5-motivos-porque-kelly-brook-deve-ser-o-nova-tomb-raider/

Uncharted 3: Drake’s Deception

Desde sempre, ou quase sempre, a humanidade foi ávida para desbravar o desconhecido e mergulhar no inexplorado, nem sempre para se obter o conhecimento de outras civilizações e culturas mas muitas vezes apenas pela sede de aventura, pela paixão de ousar. De Marco Polo a Cristóvão Colombo o mundo nunca foi tão vasto e ao mesmo tempo tão pequeno para se descobrir tesouros, desmitificar lendas como El Dorado e descobrir novos mundos. Na ficção o caso é o mesmo desde Allan Quartermain no século XIX em As Minas do rei Salomão de H. Ridder Haggard, Doc Savage em pubicações pulp dos anos 30 e 40 até Indiana Jones e Tomb Raider, o gênero “caça ao tesouro” sempre foi motivo de fascínio para o público, seja ele feito de amantes da literatura, dos quadrinhos, entusiastas do cinema a gamers vorazes.

Com o terceiro filme de Indiana Jones lançado em 1989 e as aventuras já entediantes e nada originais de Lara Croft era preciso um novo herói para representar o gênero, eis que em 2007 fomos apresentados a Nathan Drake, protagonista de Uncharted: Drake’s Fortune, título exclusivo para PlayStation 3 que revolucionou tudo o que já sbíamos sobre o gênero, nos dando um personagem contemporâneo que não era nenhum professor de arqueologia, milionária ou rato de biblioteca. Drake é um cara comum como eu e você mas sempre metido em situações incomuns. Acumulando prêmios e o fãs ao redor do mundo a série da Naughty Dog acaba de ganhar o seu terceiro capítulo, Uncharted 3: Drake’s Deception, tendo sempre como seu maior trunfo nunca se levar tão a sério, a ponto de tranformar o inacreditável em algo plausível.

Em Drake’s Deception a trama começa de modo muito diferente dos games anteriores, dessa vez com Nate e Sully limpos e elegantemente vestidos em ternos em um típico pub londrino onde Nate se encontra com um homem chamado Talbot para vender o seu anel de estimação que pertencera quatrocentos anos atrás a seu antepassado, Sir Francis Drake. Após acusar Talbot de tentar comprar o anel com dinheiro falso as coisas saem de controle e uma violenta e típica briga de bar começa até que a dupla consegue sair para se depararem com Katherine Marlowe, que há vinte anos perdera o anel para Nathan e que é a contratante de Talbot. Marlowe pega o anel de Drake e foge.

Nathan e Suly vão atrás da vilã que descobre que o anel que apanhou de Nathan era uma réplica. Marlowe possui um decodificador cujo anel é a chave mas que se mostra inútil com a peça falsa. Nathan toma posse do decodificador e descobre que Sir Francis estava em busca da cidade perdida de Ubar, ou como se referia o famoso arqueólogo T. E. Lawrence, Atlândida das Areias, oculta em algum ponto do deserto de Rub’ al-Khali. Munido de um mapa de Sir Francis e de anotações de Lawrence, Nathan e seus companheiros tem de encontrar a tal cidade perdida antes de Marlowe e Talbot, cidade esta que devido a sua arrogância sucumbiu às areias pela ira de Deus.

Drake no deserto de Rub’ al-Khali

A história escrita por Amy Hennig traz de volta a mesma a fórmula usada nas duas últimas aventuras de Nathan Drake: figuras históricas, segredos milenares, civilizações perdidas e muita correria e situações impossíveis, ou quase. De diferente e talvez um tanto incômodo para os fãs mais perfeccionistas sejam os retoques dados pelos programadores as feições de alguns personagens, como é o caso de Elena e Chloe na tentativa de suavizar seus rostos, mas que na verdade acabaram deixando ambas menos carismáticas que nos jogos passados tornando-as menos atraente aos jogadores. Atraentes como pessoas eu quero dizer, antes que algum engraçadinho me leve a mal, fazendo com que trabalhemos  novamente o denso relacionamento já desenvolvido com elas nos jogos passados. Tá bom, pode parecer besteira, mas é nisso o que Uncharted se resume, em desenvolver uma relação com o jogador para que ele não se esqueça jamais das aventuras de Nathan Drake. Na verdade é nisto que qualquer jogo devia devia se basear… bom, também não vou virar um piegas e tentar transformar a franquia em um sitcom mela cueca como queria fazer o diretor David O. Russell quando estava vinculado à adaptação da série para o cinema.

Elena Fisher em Uncharted 2: Among Thieves

Elena Fisher em Uncharted 3: Drake’s Deception

Cada detalhe em Uncharted 3 é motivo para se parar a jogatina e ficar contemplando cada pedacinho de parede, cada raio de sol que atravessa as copas dos arvoredos, cada flor oscilante ao toque do vento, as gotas de chuva que despencam de uma calha ou os grãos de areia que se prendem aos cabelos de Nate, tudo feito com um realismo e capricho que também se estende aos movimentos incrivelmente humanos de Drake que continuam a impressionar, como quando chegamos perto de uma parede e o personagem se apoia nela com as mãos ou como enxuga da testa o suor com os dedos e até mesmo os diversos jeitos que corre dependendo do estado físico ou emocional em que se encontra, relaxado, cansado, em perigo ou mesmo com medo. Cada gesto de Drake e como ele interage com o ambiente ao seu redor tornam o jogo uma experiência diferente de qualquer outro produto do gênero já feito, pois mesmo em total estado de repouso a movimentação é constante, como a vida em si, que é o maior objetivo dos games hoje em dia, parecer o mais vivo e real possível e Uncharted, não apenas este capítulo da série mas os anteriores também são os jogos mais “orgânicos” já realizados.

Talvez tanta “vida” assim acabe por prejudicar, porém muito pouco, o game. Em certos momentos a movimentação excessivamente realista de Drake pode fazer o choque de um salto contra uma beirada parecer descompassado, à medida que a movimentação de ambiente e personagem as vezes requerem um novo movimento de Drake, mesmo que mínimo, que não ocorre, como por exemplo pular em direção a uma plataforma que está caindo para se lançar em direção a outra, o jogador verá que a mão de Drake mesmo que alinhada a plataforma não o está com a superfície na qual se agarrou, o que pode vir a gerar um pequeno glimpse, onde sem mais nem menos a posição do personagem se modifica para se adaptar a superfície. A única diferença de Uncharted 3 em termos de jogabilidade para com seus antecessores é o novo sistema de combate corpo a corpo pegado emprestado de Batman Arkham City, possibilitando que Drake possa lutar com mais de um oponente ao mesmo tempo e ainda arremeçar de volta granadas atiradas pelos inimigos.

No quesito dublagem, responsável por grande parte do sucesso da franquia, falas e captura de movimentos mais uma vez foram realizadas por Nolan North, Richard McGonagle, Emily Rose e Claudia Black, tornando o jogo ainda mais realista do que o método comumente usado de se gravar as falas separadas da captura de movimentos, não que tal processo não seja usado para falas adcionais. Grande novidade é que o game também apresenta uma dublagem em português brasileiro que não deixa nada a desejar, com destaque para a voz de Sully que é a mais parecida com a versão original. Uma primeira versão foi recusada pela Naughty Dog onde muitos iriam reconhecer a voz de Nathan como sendo de Ricardo Schnetzer e a de Sully como de Mauro Ramos. Apesar de a versão final do jogo ter uma boa dublagem fica evidente que a versão rejeitada pela Naughty Dog estava em um nível superior, sendo um daqueles aspectos que nos faz sentir confortáveis ao lado dos personagens. A versão que está no jogo foi feito em Miami enquanto que a rejeitada foi feita aqui no Brasil. Além de Nicolas Cage, Ricardo Schnetzer é conhecido por dar voz a Al Pacino, Tom Cruise e Richard Gere e Mauro Ramos, Pumba, personagem do Rei Leão e o Coisa nos 2 filmes doQuarteto Fantástico e Mumm-Ra na nova versão de Thundercats ainda por ser exibida no Brasil. No desenho dos anos 80 Mumm-Ra era dublado por Silvio Navas.

Uncharted 3: Drake’s Deception é um jogo excelente que não pode faltar na coleção do gamer apaixonado por uma boa aventura à la Indiana Jones mas sem o chapéu e o chicote. Agora que você acabou de ler saia da frente do PC e vá salvar o mundo na pele do mais improvável dos heróis.

Dublagem final

Dublagem rejeitada

Descubra em 5 motivos porque Kelly Brook deve ser a nova Tomb Raider

Que a icônica personagem Lara Croft está para dar as caras novamente nos videogames não é novidade, com um reboot em desenvolvimento pela Crystal Dynamics e Square Enix com previsão de lançamento para o terceiro semestre do ano que vem. O que nem todo mundo sabe ainda é que Lara também vai voltar aos cinemas em outro reboot. Os direitos da franquia foram adquiridos no final do ano passado pelo produtor Graham King, responsável por filmes como “O Turista”, “Atração Perigosa” e “Gangues de Nova York”.

Lara Croft no reboot para os video games.

Não vai demorar muito para que as especulações e a boataria comecem a circular pelos meios de comunicação, principalmente a internet. Por isso o Chico Louco já deixa aqui a sua opinião de quem seria a melhor escolha para encarnar a audaz aventureira. Para nós, a modelo e atriz britânica Kelly Brook seria a melhor das escolhas. Conheça 5 motivos para Kelly ser a nova Lara Croft do cinema.

MOTIVO 1

Ambas, personagem e intérprete, são britânicas, fato que os fãs apreciam muito quando o ator ou atriz a desempenhar o papel tem a mesma nacionalidade que o seu personagem. Exemplo disso é James Bond, que de 6 atores que o interpretaram 5 eram britânicos, com a exceção de George Lazenby que é australiano e que é o menos conhecido deles com apenas um filme do espião no currículo.

MOTIVO 2

As duas são fisicamente parecidas com olhos e cabelos castanhos e medidas muito próximas.

Lara Croft:

altura: 1,75m

busto: 85

cintura: 60

quadril:  87

Kelly Brook:

altura: 1,73m

busto: 86

cintura: 63

quadril:  88

MOTIVO 3

Assim como Lara em suas primeiras versões veio a se tornar um ícone sexual devido sua aparência de seios fartos e quadris largos, antes de se estabelecer como uma personagem dramática, o mesmo aconteceu com Kelly Brook. A jovem iniciou sua carreira artística como modelo sendo garota propaganda de marcas como Adidas, antes de ser descoberta como atriz e ganhar voz, por assim dizer. Ela provou ser uma atriz tridimensional de talento em filmes como “School of Seduction”, “Survival Island” e “Fishtales” . Atuou também na série dramática inglesa “Skins” e em “Marple” e “Hotel Babylon” ambos da BBC.

MOTIVO 4

Como dito antes, Lara passará por 2 reboots, e o momento é oportuno para uma nova intérprete. Sem essa repaginada no universo da personagem uma nova intérprete poderia não ser bem aceita pelos fãs. Exemplo é Andrew Garfield, o novo Homem-Aranha que com o próximo filme do aracnídeo dará início a uma nova trilogia a partir de um novo começo. Se o ator tivesse pegado o bonde andando para fazer sequências diretas dos filmes anteriores do herói, a produção já estaria marcada negativamente antes mesmo de estrear. De certo modo tanto a nova Lara dos games como a do cinema vai ajudar na promoção uma da outra.

MOTIVO 5

Tá bom, o quinto motivo vai parecer meio utópico, coisa de mundo ideal e tal, mas existem determinadas pessoas que nascem para desempenhar determinados papéis como é o caso de Daniel Radcliffe e Harry Potter, Christopher Reeve e Superman e por aí vai. Ah, e é claro Kelly Brook e Lara Croft… é questão de feeling, sabe.

Graham King diz que o projeto ainda está em fase inicial com o roteiro sendo escrito por Mark Fergus e Hawk Ostby, conhecidos por “Homem de Ferro”, “Filhos da Esperança” e “Cowboys & Aliens”. De acordo com o produtor do novo longa que não descarta a possibilidade de por Angelina Jolie como diretora diz que assim como o próximo game da heroína a história se focará em uma Lara mais jovem e antes de ser conhecida como Tomb Raider. O produtor espera por as câmeras para rodar ano que vem para uma estreia em 2013.

Harrison Ford joga o novo Uncharted

No próximo dia 11 acontece o lançamento do aguardado Uncharted 3: Drake’s Deception e só para deixar os fãs com mais água na boca o veterano Harrison Ford foi convidado a jogar o game antes mesmo de seu lançamento. No vídeo com legendas em japonês é possível ver um dos maiores gigantes do cinema se divertir a valer com a mais nova aventura de Nathan Drake.

Indy no controle de Nathan Drake

Dizem por aí que a franquia Uncharted é uma cópia de Tomb Raider e do clássico Indiana Jones. Tomb Raider até hoje também é considerado uma cópia dos clássicos filmes oitentistas de Steven Spielberg. Mas quem se importa? Cada uma das três franquias acabou por criar um nome e uma reputação por si só.

Ah, falando em cópias, a seqüência onde Nathan Drake luta contra um homem de turbante com a porta de carga do avião aberta e depois tem de voltar para dentro enquanto a aeronave sobrevoa o deserto é uma cópia descarada de uma das principais cenas de ação de 007 Marcado para a Morte (The Living Daylights) de 1987 com Timothy Dalton interpretando James Bond pela primeira vez. Aparentemente Uncharted tem uma queda pelo cinema dos anos 80, mas chamemos isso de homenagem, que tal?

Harrison Ford joga Uncharted 3

 

007  Marcado para a Morte – luta no Hercules C-130

Crítica: Assassino a Preço Fixo

Produzido pela dupla de peso Irwin Winkler e Robert Chartoff e Dirigido por Simon West, diretor veterano de filmes de ação como Con Air e o primeiro Tomb Raider, Assassino a Preço Fixo é a refilmagem do clássico homônimo de 1972 estrelado por Charles Bronson. Winkler e Chartoff também foram os produtores da versão original. No remake o papel principal é de Jason Statham, perito em filmes de muito tiroteio e pancadaria. Ao seu lado está Ben Foster que mais uma vez surpreende o público fazendo um filme de temática pesada como foi o caso de Pandorum de 2009, deixando ainda mais para trás a imagem de ator de filmes adolescentes do começo dos anos 2000 e papéis secundário pouco expressivos como o mutante Anjo que interpretou em X-Men 3: O Confronto Final.

Na trama Arthur Bishop é o que chamam de mecânico, ou seja, um assassino de aluguel. Arthur é extremamente cauteloso e meticuloso, pragmático até o último fio de cabelo… péssima expressão essa… um dia ele recebe a tarefa de eliminar seu mentor, Harry, vivido por Donald Sutherland que é acusado de trair o organização para a qual trabalha em troca de dinheiro pago pelos opositores desta. É nesse ponto da história que você pensa: ah, agora ele vai liberar o cara contanto que ele suma do face do mapa e fingir que fez o serviço. Esse geralmente é um dos ingredientes básicos de filmes desse tipo, mas depois que a bala de pistola atravessa o peito Harry McKenna você desiste de advinhar o resto do filme e deixa se levar pelo inesperado, deixando as emoções sobreporem o raciocínio, sentindo de verdade o que é a magia dos filmes.

Depois de cumprida a tarefa Arthur se compadece do sofrimento de Steve, filho de Harry interpretado por Ben Foster e passa a lhe ensinar o ofício do qual vive, mostrando ao rapaz de temperamento explosivo como ser paciente e sutilmente letal e que qualquer um pode puxar um gatilho, mas que o sucesso vem com a observação e o planejamento. A dupla passa então a executar contratos juntos, mas é depois de um assassinato desajeitado que Arthur descobre que a traição de Harry era apenas uma armação para tirá-lo do caminho. É nesse momento que Arthur e Steve partem em busca de vingança, virando as regras do jogo e caindo com artilharia pesada em cima dos mandantes da morte de Harry. Mas o que acontece quando Steve descobre que seu novo amigo e mentor também é o assassino de seu pai?

Trailer: Assassino a Preço Fixo

Resumo da E3 2011

A E3, maior feira de videogames das Américas aconteceu esta semana no Los Angeles Convention Center entre o dia 7 e 9. Nas linhas abaixo você confere muitas das novidades que as maiores desenvolvedoras de games apresentaram no evento que atraiu milhares gamers de todo o mundo totalizando um número de 46.800 pessoas.

Durante a feira a Nintendo apresentou o seu novo console que deve substituir o Wii à partir do ano que vem. A nova plataforma se chama Wii U e nele o jogador pode interferir diretamente do console com a televisão e navegar livremente pela internet. O controle do Wii U possui uma tela sensível ao toque que permite o jogador de continuar a jogar mesmo que seus pais mudem o canal da televisão na hora da novela.

A Sony também deu mais detalhes do seu novo portátil que atende pelo nome PS Vita. O portátil tem conxão 3G, mas para obtê-la o jogador terá de desembolsar cerca de cinqüenta dólales à mais. O aparelho também possui tela sensível ao toque e terá um preço médio de U$250.

Novos games também foram anunciados assim como muitas novidades de games que já estavam na lista de compra de vários gamers. Uma adaptação do novo filme de Steven Spielberg baseado nas aventuras de Tintin, criação do belga Hergé está em desenvolvimento pelas mãos da Ubisoft. Um novo trailer para Assassin’s Creed Revelations foi mostrado além de novidades de jogabilidade. O trailer custou à Ubisoft uma bagatela de U$2 milhões de dólares. Um vídeo de jogabilidade do novo Tomb Raider, o reboot da série causou alvoroço entre os fãs. Hideo Kojima, criador de Metal Gear Solid anunciou que uma coletânea contendo Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Metal Gear Solid 3: Snake Eater e Metal Gear Solid: Peace Walker será lançada em novembro para PlayStation 3 e Xbox 360.

A seguir você confere diversos trailers de futuros lançamentos mostrados na E3. Afinal uma imagem vale mais que mil palavras.

 

Assassin’s Creed Revelations

 

Mass Effect 3

 

Star Wars Kinect

 

Final Fantasy XIII 2

 

Luigi’s Mansion 2

 

Kid Icarus Uprising


Super Mario 3D

 

Wii U

 

The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn

 

Tomb Raider jogabilidade

 

Resident Evil: Operation Raccoon City

 

Soul Calibur V

 

Ninja Gaiden III

 

Batman: Arkham City

Primeiro trailer do novo Tomb Raider

Eram duas horas da manhã aqui no Brasil quando a Square Enix lançou o primeiro trailer do novo Tomb Raider intitulado “Turning Point”. Até então gráficos tão maravilhosos em um game da atual geração somente haviam sido vistos em games como Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e Final Fantasy XIII. No vídeo narrado pela própria heroína ela nos conta o seu desejo de se encontrar e a sua ânsia pela aventura, mas como ela mesma diz, é a aventura quem a encontra. No trailer vemos o naufrágio do navio Endurance e a luta de Lara Croft pela vida.

Acredita-se que tamanho realismo se mantenha também dentro do game e não só nas cenas, como é o caso do já mencionado Metal Gear Solid 4 mas não o de Final Fantasy, cuja qualidade gráfica diminui fora das cutscenes.

O novo Tomb Raider ainda é um grande mistério. Não se sabe quem empresta suas feições para Lara no game e nem quem faz sua voz ou seus movimentos. Nos games anteriores as acrobacias da arqueóloga eram feitas por ginastas com a tecnologia de captura de movimentos. O game será lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 no ano que vem na época do outono americano que acontece entre agosto e outubro. O jeito é esperar até lá se consolando com as novidades que serão divulgadas do game até seu lançamento.

Em dezembro o Chico Louco publicou uma retrospectiva da personagem. Reveja toda a tragetória de Lara Croft no endereço abaixo.

https://chicolouco.wordpress.com/2010/12/17/retrospectiva-tomb-raider/

 

 

Trailer : Tomb Raider – “Turning Point”

Recordar é viver!

Com o sucesso da retrospectiva Tomb Raider entre os seguidores do Chico mais duas retrospectivas de grandes séries dos videogames serão publicadas. A primeira é sobre a saga Metal Gear desde os seus primórdios e a outra será sobre a série de games de survival horror Resident Evil. A retrospectiva sobre os games de Metal Gear serão divididas em duas partes, pois como sabem os fãs dos games de Solid Snake o universo criado por Hideo Kojima é muito abrangente. Aguardem!

Retrospectiva: Tomb Raider

Foi com a canção “Amami Lara” que o cantor italiano Eugenio Finardi homenageou Lara Croft, no ano de 1999. A heroína havia surgido três anos antes, saída da mente do designer de jogos britânico, Toby Gard, que na época trabalhava para a desenvolvedora Core.

Logo no início do projeto Gard idealizou um arqueólogo do sexo masculino, que seria muito parecido com o Indiana Jones de George Lucas, e por tal motivo a ideia foi rejeitada pelo estúdio. Gard então remodelou seu personagem o transformando em mulher e lhe deu o nome de Laura Cruz, sendo ela uma aventureira sul-americana. Conforme as engrenagens da mente de Gard funcionavam a todo vapor para melhor desenvolver o projeto, ele tornou a personagem uma garota de origem inglesa, cujo nome ele tirou da lista telefônica. O nome completo da personagem foi: Lara Croft Mandy DeMonay, condessa de Abbington. Estava criada então a caçadora de relíquias que todos nós conhecemos muito bem.

Com tudo planejado o game da jovem condessa entrou em fase de desenvolvimento pelas mãos dos programadores da Core Design. Toby Gard teve liberdade total sobre sua criação, sendo ele o responsável pela animação dos personagens, das cutscenes e do design dos ambientes por onde se passaria a história. Apesar de estar no comando, havia algo que Gard não podia mudar. Era evidente a intensão da Core de transformar Lara Croft em um símbolo sexual, vendendo seu sex appeal em poses que atrairiam a atenção dos jogadores. Foi pedido a Gard que ele disponibilizasse um código que ao final do game tiraria as roupas de Lara. Ele se recusou. Não queria que sua “menina” fosse vista como um vadia qualquer.

Sem ter a liberdade que tivera no primeiro game, Gard deixou a Core em 1997, deixando de ter controle sobre sua criação.

Toby Gard

Após lançar um game em 2004 chamado “Galleon”, exclusivo para Xbox, ao lado de seu amigo e também ex-funcionário da Core, Paul Douglas, através de sua desenvolvedora independente Confounding Factor que fundou com o amigo, Toby Gard chamou a atenção da Eidos que era a responsável pelos direitos de Lara Croft. A Eidos chamou Gard para que ele servisse de consultor no reboot da série Tomb Raider, criada por ele oito anos antes. Ele se juntou ao time de programadores da Crystal Dynamics para desenvolver uma nova aventura para Lara Croft. Agora que a Core havia ficado para trás, Gard pode remodelar a personagem a sua maneira, tornando-a menos sensual, com roupas menos reveladoras e com seios e um traseiro bem menor. O game “Tomb Raider: Legend” saiu em 2006 e se tornou um grande sucesso. No ano seguinte Gard e a Crystal Dynamics em parceria com a Buzz Monkey Software lançaram Tomb Raider: Anniversary” (remake do primeiro game) e em 2008 “Tomb Raider: Underworld”, onde Gard escreveu a história ao lado do diretor criativo do game, Eric Lindstrom. No ano seguinte Gard anunciou que trabalharia em um projeto até então sem nome. Pouco tempo depois ele abandonou o grupo de design para se dedicar ao tal projeto e atualmente trabalha como consultor para a Focal Point Games LLC.

A história da origem de Lara Croft confunde-se ao meio de tantas adaptações para outras mídias como cinema, literatura e histórias em quadrinhos. Oficialmente, existem duas biografias para a personagem. Na primeira delas, contada no manual da primeira continuação nos videogames, Lara fora criada como uma aristocrata até que foi a única sobrevivente de um desastre de avião no Himalaia aos 21 anos. O acidente mudou sua natureza, ou simplesmente fez com que ela percebesse que a vida era curta demais e que toda a paparicação e o luxo não eram para ela. Ela viu-se livre das correntes que a prendiam à família e tornou-se independente.

Já a biografia atual da aventureira conta que Lara sobreviveu a um desastre de avião na Cordilheira do Himalaia quando tinha 9 anos e foi obrigada a caminhar durante dez dias até Katmandu. Sua mãe foi dada como desaparecida no acidente e a jovem foi então criada pelo pai, o arqueólogo Richard Croft, conde de Abbington. Desde então Lara passou a acompanhar o pai em buscas arqueológicas até a morte dele quando ela tinha 18 anos. Assim ela herdou a fortuna da família e o título de condessa. A motivação que guia Lara através de suas aventuras é a esperança de que um dia ela descubra a verdade por trás das mortes de seus pais.

Em “Tomb Raider: The Last Revelation”, o jogador faz parte do passado da personagem. O jogo inicia-se quando Lara tem apenas 16 anos em uma expedição ao Cambodia ao lado do explorador Werner Von Croy. Depois da aventura, que parece ter acabado em tragédia, um grande distanciamento surge entre Lara e Von Croy, mas a passagem serviu para despertar na garota uma paixão por relíquias e civilizações passadas. O game faz parte da primeira biografia da personagem. Apesar da idade de Lara nunca bater com as histórias de sua origem, no game “Tomb Raider: Chronicles”, continuação de “The Last Revelation”, onde Lara supostamente está morta, há em uma estátua memorial dedicada a ela a seguinte data: 1968. Atualmente Lara teria então 42 anos.

Em “Tomb Raider: Legend, primeiro game do segundo universo de Tomb Raider (o primeiro universo englobam os games feitos pela Core), é criada a versão atual sobre suas origens, onde o avião em que ela viajava com sua mão, caiu no Himalaia.

 Recentemente foi divulgado que um novo game de Tomb Raider está em desenvolvimento pela Crystal Dynamics e que será distribuído pela primeira vez pela Square Enix. O game será um novo reboot que contará a origem de Lara, mas desta vez na íntegra. Em uma viagem onde seu navio naufraga, Lara Croft, então com 21 anos é levada pelo mar até uma praia. A ilha onde se encontra (tudo indica que será uma ilha japonesa) apresenta inúmeros perigos. Lara tem de suar muito para sobreviver, aprendendo gradativamente as técnicas que realiza sem dificuldades nos games anteriores, além de ter que procurar por alimento e água, semelhante à “Metal Gear Solid 3: Snake Eater. Desta vez porém, Lara em nada lembrará suas versões passadas, à não ser pela cor dos olhos, castanhos, os lábios carnudos e o rabo de cavalo. A personagem foi redesenhada para que ficasse mais proporcional e assim parece-se mais humana. Ela também deixará para trás toda a sua confiança e sensualidade, sendo como deve ser, uma jovem amedrontada e solitária que tem de superar seus medos e inseguranças para manter-se viva.

Lara em seu início à esquerda e em futuro game à direita

Como dito anteriormente, Lara Croft também migrou para outras mídias além dos videogames. No cinema foi representada por Angelina Jolie nos filmes de 2001 e 2003. Um fato curioso sobre isso é que no primeiro filme o pai da aventureira é vivido por Jon Voight que na vida real é o pai de Jolie. Os dois atores vivem em pé de guerra mas concordaram em deixar as indiferenças de lado durante a produção do filme. Outra curiosidade é que em ambos os filmes os interesses românticos de Lara são também os vilões e nos dois filmes foram interpretados por atores de origem britânica. No primeiro filme, intitulado “Lara Croft: Tomb Raider, o par de Lara foi encarnado por Daniel Craig, que alguns anos depois tornaria-se figurinha conhecida em todos os meios por interpretar o personagem de James Bond nos cinemas. No segundo filme, “Tomb Raider: The Cradle of Life, o papel do interesse romântico de Lara foi o personagem de Gerard Butler, que também se tornaria conhecido após atuar na nova versão de “O Fantasma da Ópera” de Joel Schumacher e no filme “300”. Os filmes de Tomb Raider foram dirigido respectivamente por Simon West e Jan de Bont. Um terceiro filme está em desenvolvimento. Se serve a dica, a modelo e atriz britânica Kelly Brook, seria uma excelente escolha para viver a personagem.

Kelly Brook

A partir do ano de 1999 a editora de histórias em quadrinhos Top Cow passou a publicar histórias inéditas das aventuras da exploradora, pelo pincel do desenhista Adam Hughes. A edição de número 50 também foi a última, publicada em 2004.

Lara Croft por Adam Hughes

Lara Croft também deu as caras no mundo da literatura com romances publicados pela Ballantine Books em parceria com a Eidos à partir de 2004 com histórias originais “The Amulet of Power” foi o primeiro de três livros sobre a arqueóloga escrito por Mike Resnick. “The Lost Culty” por E. E. Knight veio em seguida e “The Man of Bronze de James Alan Gardner foi o último a ser publicado. Os livros diferem entre si desde a estrutura da narrativa a experiências da vida de Lara que certas vezes coincidem com algumas passagens dos games ou dos filmes.

Lara Croft foi eleita a heroína mais sexy dos games por diversas vezes e a mais humana das personagens também. Lara é bela, astuta, perseverante e destemida e nós sempre iremos “correr” atrás dela com a mesma intensidade com que ela busca seus tesouros perdidos.

 

video de Amami Lara de Eugenio Finardi


Detalhes do novo Tomb Raider

Há alguns dias foi anunciado pelas desenvolvedoras Eidos e Square Enix que o novo game de Tomb Raider será um reboot da série que contará como a frágil Lara Croft se tornou a destemida arqueóloga que conhecemos hoje.

Na história, após o navio em que estava sofrer um naufrágio, Lara, então com 21 anos tem de sobreviver sozinha em uma ilha cheia de perigos. O game intenta mostrar o crescimento emocional e físico de uma assustada e inexperiente Lara Croft.

Brian Horton, diretor de arte da Crystal Dynamics diz que a nova Tomb Raider não será um objeto sexual como vinha sendo desde sua primeira aparição no mundo dos vídeo-games. De acordo com Horton o novo game focará na fragilidade da garota que tem de se virar para sobreviver e em sua inteligência, sendo esta o seu maior atrativo. “Em relação ao apelo sexual, estamos sempre pensando em maneiras de criar uma personagem que as pessoas queiram controlar no jogo – e parte desse apelo é a atratividade. Porém, não quisemos dar a ela uma sexualidade gratuita. Estamos constantemente discutindo contexto e motivação neste projeto. Ela será atraente se a história pedir que seja”, falou Horton.

“Lara é apaixonada por arqueologia e muito inteligente. Sua mente é parte de sua atratividade. Ela é uma garota atraente, que não força sua beleza, superinteligente e ambiciosa. No novo game, nossa ideia de ‘sexy’ será mostrá-la como alguém que se torna durona enfrentando reações adversas“, continuou.“Os braços dela continuam nus e haverá alguns cortes e desgastes nas roupas, mas o traje não será revelador. Essa foi a maneira que encontramos para mostrar que há beleza e vulnerabilidade nela. Nosso objetivo não é mostrá-la como um objeto sexual. Traseiros e peitões não são a prioridade desta vez para Lara Croft. Chega de mostrá-la assim. Nada de biquinis destraváveis. Queremos uma garota que seja familiar mas tenha uma qualidade especial, algo no olhar que faça com que você se importe com ela.”

Pelo entusiasmo e paixão com que o diretor de arte da Crystal Dynamics explicou os primeiros detalhes do game o que vem por ai será uma verdadeira obra de arte carregada com dramaticidade extrema.

Aguardem uma retrospectiva da trajetória da personagem aqui no Chico Louco.