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Descubra em 5 motivos porque Kelly Brook deve ser a nova Tomb Raider

Que a icônica personagem Lara Croft está para dar as caras novamente nos videogames não é novidade, com um reboot em desenvolvimento pela Crystal Dynamics e Square Enix com previsão de lançamento para o terceiro semestre do ano que vem. O que nem todo mundo sabe ainda é que Lara também vai voltar aos cinemas em outro reboot. Os direitos da franquia foram adquiridos no final do ano passado pelo produtor Graham King, responsável por filmes como “O Turista”, “Atração Perigosa” e “Gangues de Nova York”.

Lara Croft no reboot para os video games.

Não vai demorar muito para que as especulações e a boataria comecem a circular pelos meios de comunicação, principalmente a internet. Por isso o Chico Louco já deixa aqui a sua opinião de quem seria a melhor escolha para encarnar a audaz aventureira. Para nós, a modelo e atriz britânica Kelly Brook seria a melhor das escolhas. Conheça 5 motivos para Kelly ser a nova Lara Croft do cinema.

MOTIVO 1

Ambas, personagem e intérprete, são britânicas, fato que os fãs apreciam muito quando o ator ou atriz a desempenhar o papel tem a mesma nacionalidade que o seu personagem. Exemplo disso é James Bond, que de 6 atores que o interpretaram 5 eram britânicos, com a exceção de George Lazenby que é australiano e que é o menos conhecido deles com apenas um filme do espião no currículo.

MOTIVO 2

As duas são fisicamente parecidas com olhos e cabelos castanhos e medidas muito próximas.

Lara Croft:

altura: 1,75m

busto: 85

cintura: 60

quadril:  87

Kelly Brook:

altura: 1,73m

busto: 86

cintura: 63

quadril:  88

MOTIVO 3

Assim como Lara em suas primeiras versões veio a se tornar um ícone sexual devido sua aparência de seios fartos e quadris largos, antes de se estabelecer como uma personagem dramática, o mesmo aconteceu com Kelly Brook. A jovem iniciou sua carreira artística como modelo sendo garota propaganda de marcas como Adidas, antes de ser descoberta como atriz e ganhar voz, por assim dizer. Ela provou ser uma atriz tridimensional de talento em filmes como “School of Seduction”, “Survival Island” e “Fishtales” . Atuou também na série dramática inglesa “Skins” e em “Marple” e “Hotel Babylon” ambos da BBC.

MOTIVO 4

Como dito antes, Lara passará por 2 reboots, e o momento é oportuno para uma nova intérprete. Sem essa repaginada no universo da personagem uma nova intérprete poderia não ser bem aceita pelos fãs. Exemplo é Andrew Garfield, o novo Homem-Aranha que com o próximo filme do aracnídeo dará início a uma nova trilogia a partir de um novo começo. Se o ator tivesse pegado o bonde andando para fazer sequências diretas dos filmes anteriores do herói, a produção já estaria marcada negativamente antes mesmo de estrear. De certo modo tanto a nova Lara dos games como a do cinema vai ajudar na promoção uma da outra.

MOTIVO 5

Tá bom, o quinto motivo vai parecer meio utópico, coisa de mundo ideal e tal, mas existem determinadas pessoas que nascem para desempenhar determinados papéis como é o caso de Daniel Radcliffe e Harry Potter, Christopher Reeve e Superman e por aí vai. Ah, e é claro Kelly Brook e Lara Croft… é questão de feeling, sabe.

Graham King diz que o projeto ainda está em fase inicial com o roteiro sendo escrito por Mark Fergus e Hawk Ostby, conhecidos por “Homem de Ferro”, “Filhos da Esperança” e “Cowboys & Aliens”. De acordo com o produtor do novo longa que não descarta a possibilidade de por Angelina Jolie como diretora diz que assim como o próximo game da heroína a história se focará em uma Lara mais jovem e antes de ser conhecida como Tomb Raider. O produtor espera por as câmeras para rodar ano que vem para uma estreia em 2013.

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GoldenEye 007: Reloaded

GoldenEye ou como a garotada sem muito inglês dizia na época, Goldinei, é sem dúvida um dos jogos mais aclamados da história e que ajudou a popularizar o gênero tiro em primeiro pessoa ao lado de games como Doom e Wolfenstein. Muito do que se era visto em GoldenEye continua em voga até hoje, quase 15 anos depois. Armas a rodo, excelente história temperada a muita pólvora digital e multiplayer em split screen.

No ano passado uma versão reimaginada de GoldenEye foi lançada para o Nintendo Wii pelas mãos da Eurocom e Activision. Na nova versão o James Bond de Pierce Brosnan é substituído pelo atual 007, Daniel Craig. O roteiro ficou a cargo de Bruce Feirstein, roteirista do filme original de 1995 e Judi Dench voltou mais uma vez para interpretar M. Mudanças foram necessárias, atualizações na narrativa para a história se adequar melhor ao cenário mundial em que vivemos hoje além de uma roupagem mais sombria e realista, caraterística do 007 de Daniel Craig. Um ano se passou e o título que era exclusivo do Wii chegou para os consoles HD.

Em GoldenEye Reloaded o mais audacioso dos heróis tem que impedir que o grupo terrorista Janus use a arma espacial que dá título ao game de fazer a Inglaterra voltar a idade das pedras, já que o GoldenEye é uma arma de pulso eletromagnético que será disparado sobre a capital inglesa. Tudo começa quando James Bond e Alec Trevelyan (006) são enviados a Rússia para interceptar a chegada de um carregamento de armas para fins terroristas. Durante a missão 006 é morto pelo general Ourumov diante dos olhos de James Bond. Com uma pista a seguir, Bond parte rumo a Barcelona para saber de Valentin Zukovisky o que o grupo Janus pretende fazer com um helicóptero capaz de sobreviver a pulsos eletromagnéticos. Sem spoilers, já que a história é conhecida desde o lançamento do filme, Bond descobre que Alec Trevelyan é o líder do grupo Janus e que usou o helicóptero para roubar o GoldenEye. Auxiliado por Natalya Simonova, 007 tem de deter os planos do vilão que se refugiou em uma estação de energia solar na Nigéria.

Fazer um remake de um jogo como GoldenEye é pedir para se fazer algo tão incrível quanto; ou assinar a própria sentença de morte. Durante o início do game o jogador realmente se sente de volta no passado ao mesmo tempo que atualizado, com cenários parecidíssimos ao original da Rare mas muito mais sombrios e decadentes, afinal são instalações da antiga União Soviética! Mas a boa sensação acaba quando vemos a remodelagem de personagens icônicos como general Ourumov e Xenia Onnatopp, que aqui se tornam caricatos demais como se tivessem saído de desenhos animados do final dos anos 80 e início dos 90, tais como Capitão Planeta ou mesmo da antiga série James Bond Jr.

Que saudade da Famke Janssen…

A história se torna vazia quando o vilão simplesmente diz que sua vingança é contra os banqueiros e tudo que os bancos tocam. Na versão original o personagem de Alec Trevelyan quer vingança contra o Reino Unido, já que seus pais foram traídos pelos britânicos durante a Segunda Guerra Mundial ao tentarem desertar, e foram entregues de volta a Stalim. Claro que a historia de GoldenEye Reloaded foi atualizada, caso contrário o personagem seria velho demais para ser uma figura opositora a James Bond, pelo menos fisicamente. Como o passado e o futuro para o qual olham as duas faces do deus Jano, Bond e Trevelyan são opostos entre si representando de modo bem preto no branco o bem e o mal e a confiança e traição daqueles que um dia foram amigos.

Durante o decorrer do jogo os cenários deixam de se parecer com os originais do game do Nintendo 64 e se tornam confusos e não atraentes aos olhos que o jogador. A cada nova sala transposta é necessário se degladiar com dezenas de inimigos, que se não fosse o mapa no canto inferior direito da tela seriam impossíveis de se distinguir do cenário. Essa repetição entediante e desanimadora faz o jogador querer terminar o jogo apenas porque já o começou. Pequenos detalhes que deveriam ser essenciais perdem todo o sentido no novo GoldenEye, como o indicador de vida que a maioria dos jogos faz uso hoje; sangue na tela que vai perdendo a cor conforme o dano sofrido até voltar a se estabilizar quando o jogador tira o personagem da linha de tiro, aqui praticamente não existe. Isso somado a tiros invisíveis que atravessam as paredes deixam o jogador enfurecido demais para pensar em qualquer outra coisa senão correr a esmo. Outro contraponto é o indicador de granada incrivelmente impreciso que mais atrapalha que auxilia. Conselho: não desligue a auto aim, pois sem ela você atirará nas paredes mesmo que o alvo esteja diante de sua P99.

Rare, volte por favor!

O jogo faz uso de elementos tanto do filme de 1995 quando do jogo de 1997, como é o caso da música tema cantada por Nicole Scherzinger e não por Tina Turner, escrita por Bono e The Edge do U2. Grande erro é durante os créditos ao som da voz da ex-vocalista das Pussycat Dolls aparecer somente os nomes de Daniel Craig e Judi Dench, como se os outros atores como o britânico Elliot Cowan que faz Trevelyan não fosse levado a sério pela produção do título. Ainda falando em musicalidade, Reloaded peca imensamente por uma trilha sonora sem emoção e quase imperceptível que contou com a participação de David Arnold, compositor oficial dos filmes do espião que desempenha nas películas um trabalho tão notável quanto o do próprio John Barry. Ao contrário do GoldenEye da Rare onde a trilha marcante é uma lembrança agradável de fases como facility, bunker e cradle, cada uma com seu tema exclusivo, na obra da Eurocom é como se jogássemos no silêncio.

GoldenEye 007: Reloaded é uma mescla nostálgica da infância e adolescência de muita gente que só deve ser consumido por quem é fã do espião a serviço secreto de sua Majestade. O novo game sequer devia ser comaparado ao GoldenEye de 1997, precursor de uma era de jogos que atualmente não passa de uma mesmice enfadonha e nada original, já que os produtores preferem não se arriscar com coisas novas, mas sim saturar o mercado destruindo a essência de algo que um dia já foi considerado o melhor.

Sean Bean

Elliot Cowan

Trailer de lançamento

Tina Turner – GoldenEye

Nicole Scherzinger – GoldenEye

Trailer de lançamento: GoldenEye Reloaded

A menos de uma semana de ser lançado GoldenEye Reloaded ganhou um novo trailer. O vídeo apresenta um ritmo corrido e bem cortado embalado pelo clássico tema do espião. O remake do reboot como vem sendo chamado internet a fora chegará as prateleiras no próximo dia primeiro para a felicidade dos donos de PS3 e Xbox 360 e talvez revolta dos donos de Wii que achavam serem os únicos a receber o título da Activison e Eurocom.

Trailer de lançamento:

Crítica: Transformers 3: O Lado Oculto da Lua

Após o lançamento de Transformers 2: A Vingança dos Derrotados  em 2009 o diretor Michael Bay foi muito criticado pela falta de narrativa que o filme apresentava e mesmo as cenas de ação espetaculares que não paravam de sacudir a tela não foram capazes de impedir que o estigma se enraizasse sobre a série. Muito antes de o terceiro filme ser lançado muitos acreditavam que o capítulo final da trilogia também apresentaria uma trama pouco original.

No novo filme intitulado Transformers 3: O Lado Oculto da Lua um antigo aliado dos Autobots chamado Sentinel Prime é trazido de volta a vida para auxiliar Optimus Prime e seus transformers na luta contra os Decepticons. Porém o aliado se revela um traidor e junto dos Decepticons pretende à primeira vista fazer uso dos recursos naturais  do nosso planeta para trazer de volta a vida e a prosperidade a seu planeta natal Cybertron. Até aí a história se mostra um grande clichê de filmes de ficção científica, porém a diferença é que ao invés de transportar os recursos da Terra para Cybertron usando uma tecnologia de teletransporte há muito desenvolvida por Sentinel Prime, ele e os Decepticons comandados por Megatron pretendem trazer seu planeta de metal para a Terra e usar os humanos como mão de obra escrava em sua reconstrução. Essa simples mudança nos papéis de quem vai e de quem fica faz toda a diferença. Se percebe que Michael Bay dessa vez prestou mais atenção ao que poderia ser feito com sua franquia em termos de narrativa. O filme foi escrito por Ehren Kruger, um dos roteiristas do filme anterior.

Todo o elenco original dos filmes anteriores está de volta mas com algumas novidades como o galã Patrick Dempsey, John Malkovish, Frances McDormand e a modelo britânica Rosie Huntington-Whiteley que faz sua estreia no mundo dos cinemas como a nova namorada de Sam, vivido por Shia LeBouf depois que Megan Fox deixou a série.

Muito mais que seus antecessores o novo Transformers apresenta em suas quase três horas de duração sequencias de ação inacreditáveis onde o espectador nunca tem tempo para recuperar o fôlego. Prédios inteiros vindo a baixo, pessoa sendo desintegradas por raios laser e é claro, muita sucata para todos os lados em meio a explosões incessantes. Os efeitos especiais são de primeira, isso pode ser visto nos milhares de estilhaços de vidro dos prédios de Chicago que são literalmente cortados ao meio que aliados a ediçao ágil de Roger Barton, William Goldenberg e  Joel Negron dão uma sensação de grande realismo e profundidade.

Mesmo em meio a tanta ação o roteiro consegue focar no relacionamento entre Sam e sua nova namorada, Carly, onde a conexão do franzino rapaz com a beldade se mostra mais forte do que era com a personagem de Megan Fox. Em determinada cena onde um vilão inesperado ameaça a vida da garota é possível sentir o terror e a aflição que acometem Sam ao tentar impotentemente livrá-la do que parece ser a morte iminente. Muita gente havia torcido o nariz para a escalação da modelo para o filme, alguns até chegando a dizer que ela usurpara o posto de Megan Fox chegando até a dizer pejorativamente  que o nome da modelo é nome de doença, isso devido ao mal de Huntington, doença genética que causa perda da coordenação, mal funcionamento das atividades cerebrais e mudança de personalidade. O que talvez incomode um pouco no aspecto da personagem de Rosie Huntington-Whiteley é que mesmo que seu papel tenha sido bem construido ela é em algumas passagens mostrada apenas como um objeto. Não é somente porque se tem uma belíssima atriz em cena que a câmera deve segui-la por baixo da saia ou que ela tenha que usar roupas tão agarradas como se parecesse que já nasceu com elas. O mesmo acontecia nas produções anteriores com Megan Fox.

Michael Bay e Shia LeBouf já disseram que não voltarão para fazer mais um filme da franquia, mas é claro que isso não vai desanimar a DreamWorks de fazer mais um, e se prepare, porque parece que mais um reboot está a caminho.

Trailer: Transformers 3: O Lado Oculto da Lua

Primeiro trailer do novo Tomb Raider

Eram duas horas da manhã aqui no Brasil quando a Square Enix lançou o primeiro trailer do novo Tomb Raider intitulado “Turning Point”. Até então gráficos tão maravilhosos em um game da atual geração somente haviam sido vistos em games como Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots e Final Fantasy XIII. No vídeo narrado pela própria heroína ela nos conta o seu desejo de se encontrar e a sua ânsia pela aventura, mas como ela mesma diz, é a aventura quem a encontra. No trailer vemos o naufrágio do navio Endurance e a luta de Lara Croft pela vida.

Acredita-se que tamanho realismo se mantenha também dentro do game e não só nas cenas, como é o caso do já mencionado Metal Gear Solid 4 mas não o de Final Fantasy, cuja qualidade gráfica diminui fora das cutscenes.

O novo Tomb Raider ainda é um grande mistério. Não se sabe quem empresta suas feições para Lara no game e nem quem faz sua voz ou seus movimentos. Nos games anteriores as acrobacias da arqueóloga eram feitas por ginastas com a tecnologia de captura de movimentos. O game será lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360 no ano que vem na época do outono americano que acontece entre agosto e outubro. O jeito é esperar até lá se consolando com as novidades que serão divulgadas do game até seu lançamento.

Em dezembro o Chico Louco publicou uma retrospectiva da personagem. Reveja toda a tragetória de Lara Croft no endereço abaixo.

https://chicolouco.wordpress.com/2010/12/17/retrospectiva-tomb-raider/

 

 

Trailer : Tomb Raider – “Turning Point”