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The Last of Us

O que é preciso para se fazer um grande game? Ao que parece, a Naughty Dog havia respondido a essa pergunta com a sua trilogia “Uncharted”. Partindo do princípio já estabelecido, a empresa virou o mesmo do avesso e desenvolveu “The Last of Us”, que acaba de chegar para o PlayStation 3.

A trama do novo game da desenvolvedora americana roda em torno do carpinteiro Joel, que vive com sua filha Sarah  próximo a Austin, no Texas. Pai solteiro que sonha em abrir seu próprio negócio, é na noite de seu aniversário que o inferno sobe à Terra; quando casos relatados de uma epidemia provinda de uma forma mutante de Cordyceps se espalha pelos Estados Unidos, atingindo o status de pandemia. A partir daí a história avança 20 anos no tempo.

Cordyceps é uma espécie de fungo. No caso do game, o nome deste Cordyceps é Ophiocordyceps unilateralis, que ataca apenas animais e passa a viver como neuroparasita, se espalhando pelos orgãos e consequentemente matando o hospedeiro. No game, o mesmo fungo é o responsável por toda a tragédia que acomete os EUA. Enquanto que sua versão no vida real não afeta seres humanos, na trama de “The Last of Us” uma versão mutante deste mesmo fungo torna as pessoas o seu principal alvo, a contaminação primária se dando através da inalação de esporos. O hospedeiro se torna uma espécie de zumbi, e como portador da doença também passa a espalhar o contágio através de mordidas. A ideia para o game veio após a equipe da Naughty Dog assistir um documentário sobre o Ophiocordyceps unilateralis na BBC.

“E aí, rola?”

Com o país do Tio Sam completamente devastado, o governo foi posto abaixo e os militares tomaram o poder, mantendo as pessoas em cidades usadas como zonas de quarentena e os infectados do lado de fora. Lutando contra essa ditadura militar está o grupo conhecido como os Vaga-lumes, que busca a reestruturação do governo. É neste futuro pós-pandêmico que um Joel envelhecido, taciturno e mais barbudo do que nunca toma a tela.

Agora Joel atua como contrabandista em Boston, onde passou a viver. Em uma destas transações de mercado negro, Joel e sua amiga Tess pagam por um grande número de armas. Acontece que a mercadoria é extraviada e os dois resolvem ir atrás do fornecedor e acabam descobrindo que as armas foram entregues aos Vaga-lumes. É nesta tentativa de reaver a mercadoria que o caminho de Joel cruza com o de Marlene, a líder dos rebeldes, que propôe um acordo a ele e a Tess: levar Ellie, uma jovem de 14 anos até um grupo de Vaga-lumes pronto para recebê-los no Congresso da cidade, e em troca eles teriam suas armas de volta. Relutantes, Joel e Tess aceitam o serviço. O motivo da entrega não importa, afinal a garota é apenas mais um trabalho.

Dois dos maiores fatores que fazem de “The Last of Us” um grande game são o roteiro de Neil Druckmann e a trilha sonora composta por Gustavo Santaolalla. Também atuando como diretor criativo do game, Druckmann concebeu um script excelente. Com uma trama linear, reintroduzindo os clássicos dissabores de parceiros que não se suportam à princípio, “The Last of Us” apresenta um roteiro tão sólido, que o que realmente sustenta o novo título da Naughty Dog é a relação gradativa de pai e filha que se desenvolve entre Joel e Ellie, pincelada de modo visceral (literalmente) por Druckmann. Claro que isso só é obtido através da performance dedicada de Troy Baker (“Metal Gear Solid V The Phantom Pain”) como Joel e Ashley Johnson (“Os Vingadores”) como Ellie, através do processo de motion capture.

Ashley Johnson (Ellie), Troy Baker (Joel), Neil Druckmann e Annie Wersching (Tess)

Já a trilha do argentino Santaolalla pode facilmente ser comparada ao mar, não sabendo onde começa ou termina, mas o sentindo a cada nova onda; você pode tentar pular, mas nunca sabe para onde elas vão te levar. Isso tudo com um quê de música clássica e algumas batucadas. O maestro já compôs para grandes sucessos do cinema, tais como “O Segredo de Brokeback Muntain” (2005), pelo qual ganhou o Oscar de melhor trilha original, e para a Trilogia da Morte do premiado diretor mexicano Alejandro González Iñárritu. “O Informante” (1999), “Diários de Motocicleta” (2004), “Na Natureza Selvagem” (2007) e “Biutiful” (2010) também tiveram suas trilhas compostas por Santaolalla.

Mas “The Last of Us” não é um filme, e não pode ser avaliado somente por um bom roteiro e trilha sonora espirituosa! E quanto ao gameplay? Ao contrário das acrobacias de Nathan Drake e seus golpes desvairados que representavam o suprassumo da aventura, em “The Last of Us” o principal objetivo é representar a mais pura tensão. Sendo assim, os movimentos de Joel e Ellie são mais limitados, com a câmera acompanhando os protagonistas da cintura para cima. Com este plano de câmera devidamente centrado no jogador, a tensão do que pode acontecer ao redor se torna muito maior. Enquanto a câmera se torna um tanto quanto restrita, a liberdade cresce no quesito de customização de armas. Joel pode melhorar suas pistolas, revólveres, espingardas, rifles e até um arco e flecha. Mas o arsenal do jogador não se resume a essas armas básicas. Em “The Last of Us” Joel pode montar bombas de pregos, facas e coquetéis molotov. O interessante é que os mesmos ingressos que formam os molotovs, por exemplo, também podem ser usados para preparar curativos; a escolha ficando inteiramente nas mãos do jogador que pode e será, constantemente, pego em situações inesperadas.

 O game não apresenta mais de um caminho para que se chegue ao seu final, porém a Naughty Dog criou vastos cenários que podem ser explorados antes que o caminho a se seguir seja encontrado. E acredite, revirar cada centímetro dos ambientes é mais do que necessário, é algo vital. As balas e itens são escaços, principalmente no modo “sobrevivente”. A fala “Faça cada bala contar”, repetida constantemente no jogo não deve nunca sair da mente do jogador.

Aqui se faz…

O game também traz um nível alto de violência, com uma quantidade de sangue de fazer inveja a Quentin Tarantino, mas menos estilizada. Tiros de espingarda que arrebentam cabeças, granadas que destroçam corpos inteiros, golpes de tijolos, canos de ferro, facadas, a coisa é gore mesmo! Tanta groselha e violência fazem parte dos gráficos espetaculares de “The Last of Us”, que apresenta sem a menor sombra de dúvida, uma das representação mais realista desta sétima geração de consoles. A odisseia de Joel e Ellie atinge um grau incomparável de realismo, dando uma grande atenção a todos os detalhes de ambiente, roupas e feições. O perfeccionismo empregado é tanto que nas cenas de combate corpo a corpo, onde Joel ataca seus inimigos com as armas brancas já citadas, ou até mesmo esfarelando suas mãos no queixo de um infectado qualquer, a tensão que é transmitida faz a adrenalina do jogador explodir dentro do organismo tão feroz quanto o vírus que assola o universo do game. Nem em títulos de guerra como “Call of Duty” e “Battlefield” que costumam apresentar um visual sem precedentes, são capazes de fazer as pontas dos dedos formigarem com tanta tensão como “The Last of Us” é capaz de fazer.

…aqui se paga

Sendo um dos últimos títulos a ser lançado para o PlayStation 3 antes da chegada do seu sucessor no final do ano, “The Last of Us” se consolida como um marco dos videogames. Não apenas por ser um dos games mais bem acabados desta geração, mas também por deixar evidente a atenção que a industria de jogos eletrônicos está dando ao Brasil. Exemplo disso é a dublagem em português do Brasil que “The Last of Us” traz, encabeçada pelo dublador veterano Luiz Carlos Persy que faz a voz de Joel e estabelece o tom do game em sua versão brasuca, causando inveja no áudio original inglês. No currículo do brasileiro estão Lord Voldemort dos filmes de “Harry Potter” e Marte de “Os Cavaleiros do Zodíaco”.

Em suma, o novo game da Naughty Dog redefine o gênero survival horror tão bem quanto “Resident Evil” fez quando foi lançado para o PlayStation em 1996. O Novo título também prova que a Naughty Dog pode ir fundo e entregar jogos menos “Sessão da Tarde” ao seus seguidores. “The Last of Us” simplesmente não pode faltar na coleção dos gamers mais hardcore.

Trailer

Trilha sonora

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X-Men Origens: Wolverine

Lá estava eu olhando meio desinteressado a força com que a chuva batia contra o vidro das janelas. Por mim eu teria ido embora debaixo do temporal mesmo, nunca me importei de tomar chuva. Ao invés disso me recostei no sofá de couro escuro do saguão do edifício e abri minha mochila. Apanhei a caixa parda de papelão e a abri. Depois de conseguir emergir do mar de confete que transbordou para todo lado eu apanhei o meu presente de aniversário dado por meus dois irmãos e minhas cunhadas. Estava olhando, ainda incrédulo e cheio de uma felicidade infantil para nada mais nada menos que X-Men Origens: Wolverine para o PS3. Feliz não apenas pelo jogo mas por ter sido lembrado por meus amigos/familiares.

Bom, antes que isso vire um “Querido diário” vamos direto ao ponto. Antes eu vou dar o grande desfecho desse dia. Na volta para casa eu ainda tomei a maior chuva, até aí estava tudo bem. Passei no supermercado (até super-heróis precisam comer) e caí no meio da calçada com aquelas caixas de papelão porque usar saquinho vai destruir o planeta. Mas se você pagar por eles nada acontece. Depois da vergonha e de fazer aquela cara de “nossa, o que aconteceu?” cheguei em casa e corri para estrear meu presente de aniversário.

Na história vemos como James Howlett ou Logan, como preferir, ganhou seu esqueleto e garras de adamantium, se tornou a tão misteriosa Arma X, seu romance com a Raposa Prateada e sua eterna rixa com o Dentes de Sabre. O game é baseado na produção homônima para o cinema de 2009 que assim como está implícito no título conta as origens de um dos personagens mais queridos dos quadrinhos, porém os desenvolvedores da Raven Software tomaram a liberdade de introduzir muito mais coisas na aventura do irado carcaju que o game em certos momentos parecerá ser uma história completamente inédita que se completa com os eventos reproduzidos do filme que intercalam presente e passado através de flashbacks.

X-Men Origens: Wolverine não é tipo de game psicológico cheio de quebra-cabeças a serem resolvidos. O game é pancadaria generalizada do começo ao fim em cenários tão longos e vastos mas que acabam sendo repetitivos que deixam aquela sensação de dejá vù constante porém não ao ponto de enjoar. Cortar, fatiar, estripar, esmurrar e chutar nunca foi tão divertido e prazeroso. A jogabilidade é quase totalmente pegada emprestada de God of War, o que se encaixa perfeitamente no game de um cara como Wolverine que assim como Kratos faz o tipo bater antes, bater mais um pouco e se sobrar alguma de algum coitado aí sim pensar perguntar alguma coisa.

Além da violência que recheia a aventura ela também vem regada a muito, mas muito sangue mesmo, o que torna a aventura para adultos. O processo de regeneração de Logan é visível e se dá em tempo real. Apanhe muito e você será um esqueleto de metal todo destripado com um enorme topete andando por aí até voltar a ter a cara de Hugh Jackman. O jogo também traz algumas coisas interessantes como a utilização do olfato animal de Wolverine para se localizar no cenário que indica rapidamente a direção que o jogador deve seguir ou para saber que caminho determinado personagem tomou para escapar. Isso serve como o detective mode que apareceria em Batman: Arkham Asylum meses depois no mesmo ano. Além disso é possível melhorar habilidades e aprender novas maneiras de literalmente destruir seus inimigos. Atacar seus oponentes com os chamados lunges que consiste em dar pulos enormes para perfurá-los com suas seis garras mortais enquanto ouve Hugh Jackman berrar enfurecidamente é de longe o melhor modo de satisfazer o desejo assassino que existe em todo gamer.

Wolverine executando lunge.

Como ponto alto do jogo estão as batalhas contras os chefes de cada estágio: a sequência aérea contra o Sentinela, a “tourada” com Blob no supermercado (nessa época ainda podia usar as sacolinhas), a demolição com Gambit no cassino e o embate final contra Deadpool. Além disso há os destravamento de trajes clássicos do herói que são liberados após se completar desafios de muita pancadaria contra si mesmo nessas versões após coletar os itens escondidos in game.

X-Men Origens: Wolverine é a prova de que com mais capricho e tempo de trablho um game à altura do personagem pode ser feito. Quem sabe um excelente game de Wolverine inspirado nos próprios quadrinhos ainda não pinte por aí seguindo na cola do sucesso dos dois últimos jogos originais de Batman.

Trailer

CHICOCAST 1 – Batman Arkham City

O ano de 2012 será cheio de surpresas para os leitores do Chico Louco!
Entramos na onda dos Podcasts!
Agora temos o CHICOCAST, o Podcast do Chico Louco!
Para começar em grande estilo, um debate sobre o jogo Batman: Arkham City.
Ouçam e tirem suas próprias conclusões sobre o game que agitou o mercado.

E não deixem de comentar, compartilhar com seus amigos e deixem sugestões para outros temas a serem discutidos por nossos autores.
Enjoy!

Link para ouvir o CHICOCAST: CHICOCAST – Batman Arkham City

Max Payne 3 é adiado novamente

Uma má notícia que também é boa foi divulgada hoje pela Rockstar. O terceiro capítulo da fraquia Max Payne foi adiado mais uma vez, mas calma, o atraso será apenas de dois meses e não de mais um ano como vem acontecendo desde 2009. O motivo do adiamento, e essa é a parte boa, é que esses dois meses serão usados para um melhor dilapidar do game que faz uso das engines RAGE e Euphoria.

Desenvolvido pela Rockstar o game se passará na cidade de São Paulo e promete ser o mais fiel possível ao espírito pualistano, trazendo até detalhes do folclore de nosso país como a mula sem cabeça que no game serve de logo para o jornal fictício Sentinela de São Paulo. O jogo que promete ser o mais cinematográfico já feito até hoje trás na capa o edifício Copam e será lançado para PS3, Xbox 360 em 15 de maio e para PCs duas semanas depois.

Veja o trailer de Max Payne 3

Trailer de lançamento: GoldenEye Reloaded

A menos de uma semana de ser lançado GoldenEye Reloaded ganhou um novo trailer. O vídeo apresenta um ritmo corrido e bem cortado embalado pelo clássico tema do espião. O remake do reboot como vem sendo chamado internet a fora chegará as prateleiras no próximo dia primeiro para a felicidade dos donos de PS3 e Xbox 360 e talvez revolta dos donos de Wii que achavam serem os únicos a receber o título da Activison e Eurocom.

Trailer de lançamento:

“Outro GoldenEye?”

Na última sexta-feira a Activision registrou o domínio dos seguintes endereços que futuramente poderão ser o de um novo site do próximo game de James Bond. São eles: goldeneyereloadedgame.com, goldeneye007gamereloaded.com, goldeneyereloaded007.com, and goldeneye007reloaded.com.

Apesar de se acreditar que um game totalmente original do espião está em desenvolvimento pelas mãos da Raven Software devido a um trailer de desenvolvimento que vazou em dezembro nada mais foi dito pela Activision, a não ser que um novo game de 007 seria lançado no final deste ano. Agora surge esta notícia sobre GoldenEye.

Em novembro uma versão reimaginada, como a empresa prefere chamar, de GoldenEye foi lançada para o Wii da Nintendo pela Eurocom que faz parte do conglomerado da Actisivion. A Nintendo porém não possibilitou que o jogo fosse lançado para os consoles de suas concorrentes, o PlayStation 3 e o Xbox 360 respectivamente da Sony e da Microsoft. O game vendeu bem, ao contrário de Blood Stone, game também de James Bond lançado no mesmo dia que teve vendas baixíssimas e culminou no fechamento da Bizarre Creations que desenvolvera o jogo para a Activision.

O site http://www.mi6-hq.com noticiou as possíveis possibilidades envolvendo o nome GoldenEye.

  1. O game lançado em 2010 pode estar sendo preparado para ser lançado para PlayStation 3 e Xox 360, visando que o mercado de games de tiro sempre foi mais centrado nesses consoles. É possível que talvez algum contrato de exclusividade com a Nintendo envolvendo o nome do game tenha expirado o que possibilita as desenvolvedoras do games de lançá-lo agora para as outras plataformas.
  2. Em 2008 uma versão de GoldenEye seria lançada para compra na Xbox Living Arcade e na PlayStation Network comemorando o aniversário de 10 anos do GoldenEye original lançado em 1997 para Nintendo 64. A Nintendo inviabilizou o projeto que foi engavetado.
  3. Uma versão melhorada, principalmente no quesito gráfico do game lançado ano passado estaria em desenvolvimento para o futuro console da Nintendo, o Wii U, que será lançado em 2012.
  4. Com o lançamento de games clássicos do Nintendo 64 sendo preparados para o Nintendo 3DS como é o caso de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, uma versão do GoldenEye original também pode estar a cominho do portátil.
  5. A cada ano que passa filmes clássicos são relançados em DVD e agora também em Blu Ray contendo cada vez mais extras, o que força aos fãs comprarem o mesmo produto repetidamente. GoldenEye pode ser o primeiro game a fazer o mesmo, já que a Nintendo não possui uma loja virtual como é o caso da PlayStation Network e da Xbox Living Arcade para se comprar e fazer downloads de conteúdos adicionais para os games. Assim o mesmo jogo lançado no final de 2010 seria relançado com novas missões talvez.

Tudo o que foi apresentado na verdade são apenas especulações já que nada foi ainda divulgado pela Activision.

Ano passado a versão de GoldenEye para Wii e Blood Stone foram apresentados ao público em um evento próprio realizado em Londres chamado Bond Event 2011. Como nada relacionado a James Bond foi mostrado na E3 deste ano acredita-se que uma nova edição do evento exclusivo de 007 será realizado em julho, mesmo mês que no ano passado.

20 de maio de “1947”

LA Noire tem um novo trailer dejogabilidade e data de lançamento. O game que ficou em desenvolvimento por tantos anos já passou por várias especulações e adiamentos, e o lado bom de tudo isso são as melhorias tecnológicas que foram empregadas na produção durante o longo período de desenvolvimento.

O jogador assume o papel do veterano de guerra mas inesperiente policial Cole Phelps na Cidade dos Anjos no ano de 1947. Uma trama central ainda não foi revelada mas no game o jogador deve desvendar crimes diversos e inspirados em ocorrências reais da época usando de um modo inovador técnicas de investigação e elevar o status do personagem protagonista dentro da corporação. O crime mais conhecido daquela época atualmente foi o da Dália Negra que teve um filme homônimo em 2007 dirigido por Brian de Palma e inspirado no românce de estreia do escritor James Ellroy.

O que realmente chama atenção no game é o nivel de detalhismo que foi empregado. A reprodução da cidade de Los Angeles é fiel à da época! Somente por esse quesito já vale desembolsar umas moedas e adquirir o game para fazer um tour pela cidade. Outro jogo que recriou com precisão uma cidade de verdade foi o game The Getaway que se passava em Londres. Outro aspecto é como foi feita a capitura de movimento dos atores usando além do recurso habitual a utilização de nada mais do que 32 câmeras para realmente capituras e registrar cada expressão facial. É incrivel ver as reações e contrações dos músculos dentro do game. Além dos atores emprestarem seus rostos eles também dublam os seus próprios personagens o que faz o game ter realmente um elenco de cinema. O personagem de Cole Phelps tem a aparência e a voz do ator Aaron Stanton de Mad Men.

Agora vem o fato que com certeza vai agradar aos fãs de cinema principalmente do gênero noir. Toda a atmosfera do game é carregada por esse gênero, daí seu título. Mistério, intriga, uma sensualidade não explícita e jazz!! Fora as drogas e o álcool que são ingredientes costumeiros.

LA Noire é desenvolvido pela Team Bondi e será lançado pela Rockstar. O game apresenta uma jogabilidade parecida com a de Red Dead Redemption lançado no ano passado pela Rockstar San Diego. Reparem durante o vídeo a seguir no pequeno mapa no canto esquerdo da tela. Os pontinhos azuis para aliados e os vermelhos para inimgos são idênticos aos de RDR. LA Noire tem data de lançamento prevista para 20 de maio deste ano e está disponível para PS3 e Xbox 360.

Joe Barbaro põe fim ao hiato

Acaba de sair o trailer do novo pacote de expansão de Mafia II, Joe´s Adventures. Dessa vez você controla Joe Barbaro, que roubou a cena de seu melhor amigo Vito Scaletta, protagonista do game original lançado no final de agosto deste ano pelas desenvolvedoras tchecas 2K Games e 2K Czech.

Na história de Mafia II Vito Scaletta fica preso durante um período de seis anos(1945-1951). Joe’s Adventures mostra o que aconteceu com Joe nesse intervalo.

A expansão assim como o game original está cheio de ação desenfreada e continua fiel à elegancia dos anos 40. Joe se mostra ainda mais violento que antes, disposto a salvar seu melhor amigo e a si mesmo. Ele já se tornou um dos maiores anti-heróis do mundo da ficção, e é a prova irrefutável de que a amizade pode sim existir nesse tipo de “negócio” restrito somente aos italianos puro-sangue.

Justiça seja feita: Nem os Malandros de “GTA IV” podem com a lei

Há cerca de três dias veio à tona o caso judiciário que pede a proibição de vendas do game GTA IV, tudo porque os realizadores da Rockstar, empresa responsável pela franquia dos jogos de arruaça fez uso de uma música de funk sem a autorização de seu autor, que por sinal é brasileiro.

A música “Bota o dedinho pro alto” foi composta por Hamilton Lourenço e interpretada por seu filho de oito anos, o MC Miltinho. O funk aparece na recente expansão “The Ballad of Gay Tony“, disponíveis para PS3, Xbox 360 e PCs através das lojas virtuais acessadas por meio dos próprios consoles.

Expediada da 3a Vara Cívil de Barueri na grande São Paulo a liminar determina que a venda do game seja interrompida no mundo todo, isso devido ao fato de o Brasil ser signatário da Convenção de Berna, que protege obras literárias e artistas. Por isso, é possível que uma decisão da Justiça do país influencie a vendo do jogo no resto do mundo, desde que seja feito um pedido, por exemplo, no país onde fica a sede da fabricante e distribuidora do game.

Além da proibição o compositor e seu filho ainda pedem uma indenização de R$5oo mil.

O advogado que trata do caso no Brasil afirma que a autorização concedida pelos responsáveis pela música foi falsificada para que o funk pudesse ser usado no game. A Rockstar e a Sinergy do brasil – responsável pela venda aqui no Brasil – tinham um prazo de 48 horas para retirar os games das prateleiras, pelo menos aqui em território naciaonal, já que para a ação ser efetuada nos EUA é preciso passar por um processo chamado ‘Carta Rogatória’, que é um pedido de um estado a outro para que ele colabore naquele procedimento. Rafal Paixão, analista da Sinergy do Brasil diz que a empresa só veio a saber do caso nesta segunda-feira. A Rockstar ainda não tem uma posição oficial. Caso as 48 horas tenham se passado e os exemplares do game não tenham sido retirados das lojas, a liminar prevê uma multa diários R$5 mil.

Troféus de um espião

Apesar de levarem uma vida secreta e cheia de segredos os espiões não deixam de ter o seu mérito reconhecido. Existem medalhas e títulos honrosos que são concedido a espiões que se destacam em sua profissão. Na ficção isso não é diferente.

Em 2002, a desenvolvedora de jogos eletrônicos EA Games, na época responsável pela franquia dos games de James Bond começou a implantar nos jogos do agente os chamados Bond Moments.

Os Bond Moments eram como medalhas que o jogador recebia ao realizar alguma ação digna do próprio Bond. Esse recurso foi empregado nos games NightFire(2002) e Everything or Nothing(2004).

Com a chegada dos consoles da nova geração a maioria dos games lançados tem seus próprios troféus, o que serve de estímulo ao jogador para passar mais horas em frente à TV desfrutando diferentes desafios de seus games favoritos.

Aqui segue a lista de troféus do novo game de James Bond, Blood Stone, divulgada pela realizadora do game Bizare Creations para PS3 e Xbox 360.

Achievement Title & Descripition Xbox PS3
Fireworks at the Party
Complete the Athens chapter on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
20
Turkish Delight
Complete the Istanbul chapter on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
20
Pay Out
Complete the Monaco chapter on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
20
Ice Cold
Complete the Siberia chapter on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
20
Down But Not Out
Complete the Bangkok chapter on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
20
Dam Fine Shot
Complete the Burma chapter on Recruit, Field Operative, or Agent difficulty
20
A Bridge Too Far
Complete 007: Blood Stone on Recruit, Field Operative or Agent difficulty
75
Olympic Gold
Complete the Athens chapter on the 007 difficulty
20
Grand Bizarre
Complete the Istanbul chapter on the 007 difficulty
20
I Broke the Bank
Complete the Monaco chapter on the 007 difficulty
20
Best Served Cold
Complete the Siberia chapter on the 007 difficulty
20
Mai Thai
Complete the Bangkok chapter on the 007 difficulty
20
Law of the Jungle
Complete the Burma chapter on the 007 difficulty
20
Blood from a Stone
Complete 007: Blood Stone on the 007 difficulty
40
Melee Master
Perform 3 takedowns in 10 seconds
20
Free Fall
Throw 5 people off balconies
15
Sharp Instrument
Perform a Focus Aim kill shortly after a takedown
20
Focused Killer
Perform 80 Focus Aim kills
20
Blind Fury
Eliminate 100 enemies using blind fire from cover
20
Drag Off
Perform 20 reach over cover takedowns
10
Three Birds, one Blood Stone
Perform a chain of 3 Focus Aim kills
20
Silent Running
Perform 40 stealth takedowns
20
1984
Disable 3 security cameras using Bond’s Smartphone
20
00 Status
Complete last tutorial section
15
Speed Run
Finish the Istanbul driving chase in under 2 mins 59.4 secs
20
Pedal to the Metal
Finish Refinery driving escape with full throttle and no brakes
20
Professional Killer
Finish a level using the pistol as the only gun
20
No Valet Required
Destroy all the cars in the Yacht Club car park in Athens
15
Going Down!
Destroy the elevator bringing reinforcements in the Istanbul tunnels
15
Sneaky Gardener
Get through the Monaco casino gardens without being spotted
20
Air Defense
Shoot down all the missiles fired by the S.A.V.
20
Shocking
In Bangkok use the stun gun on 5 enemies
20
Shooting Range
Eliminate all enemies during the funicular lift sequence
15
No Claims Bonus
Drive to the bridge in the epilogue level without hitting any other vehicles
15
Full Debrief
Collect all the intelligence items using Bond’s Smartphone
30
Master at Arms
Kill with all the available weapons
15
Full Recon
Collect all the intelligence items in a level using Bond’s Smartphone
15
Victor
Be on the winning team in an online ranked match
20
Special Commendation
Achieve an End Game Award in an online ranked match
15
Nobody Does It Better
Win an online ranked match without being killed
20
Field Operative
Obtain a level 1 Game Medal in online ranked multiplayer
10
Weapon Initiate
Obtain a level 1 Weapon Medal in online ranked multiplayer
10
Case Officer
Obtain a level 8 Game Medal in online ranked multiplayer
15
Weapon Specialist
Obtain a level 8 Weapon Medal in online ranked multiplayer
15
Virtuoso
Obtain all Game Medals in online ranked multiplayer
20
Weapon Master
Obtain all Weapon Medals in online ranked multiplayer
20
Blood Stone Elite
Obtain the ’00 Agent Mission’ medal in online ranked multiplayer
30
Queensbury Rules
Perform 150 takedowns
20
Secret Achievement
Continue playing to unlock this secret achievement
20
Secret Achievement
Continue playing to unlock this secret achievement
10