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Prometheus

Prometeu era o deus que fora banido do Monte Olímpo por Zeus após entregar o dom do fogo para a humanidade. Além de banido, fora aprisionado e condenado a viver eternamente sob o tortuoso martírio de ter seu fígado devorado todos os dias por um abutre. À noite, devido a sua imortalidade, seu orgão se regenerava para que na manhã seguinte a lamúria recomeçasse. Já no Prometheus de Ridley Scott, o deus do cinema toma de volta a mitologia que criou há mais de 30 anos para contar sua origem, porém, será que a chama continuará acessa?

Em Prometheus acompanhamos a nave que dá título ao filme em uma expedição espacial no ano de 2093, cerca de cem anos antes da história do primeiro Alien feito em1979. Tendo como base as teorias de Elizabeth Shaw (Noomi Rapace), os tripulantes estão em busca da origem da humanidade que acreditam ter surgido em algum ponto do espaço.

Quem patrocina a busca é a Weyland Corp. sob a chefia de Madeline Vickers, interpretada por Charlize Theron que desde o início do filme se firma como uma figura opositora à personagem de Noomi Rapace, apaixonada e crédula em sua busca por respostas.

O caso é que, quando se depara com um filme da magnetude de Prometheus, acreditamos realmente estarmos perante um gigante, mas tamanho não é documento. O filme, feito nos moldes do Alien original, tanto em aspectos do roteiro como visuais dá aquela sensação de dejá vù. Um passageiro clandestino à bordo da nave, todo mundo inocente tratando formas de vida pra lá de esquisitas com dentes enormes e o formato clássico de uma vulva como se fossem gatinhos de estimação. A protagonista magricela mas carregada de uma presença sexual que paira no ar sempre com aquela sunguinha branca. Realmente, nada original.

Na verdade, há originalidade em Prometheus, mas isso não quer dizer que ela seja boa. Se nós viemos de onde o filme diz que viemos, é muito mais preferível continuar a viver na dúvida eterna. Fora isso o roteiro é mal desenvolvido, com passagens pouco aprofundadas e repetitivas e cansativas. Por diversas vezes a personagem de Charlize Theron que como sempre rouba a cena, é esquecida para depois de uns 20 minutos aparecer novamente, em uma atuação incrível de um cubo de gelo, o mais frio e belo que jamais existiu.

Charlize Theron quebrando o gelo

No elenco também estão Michael Fassbender como o ciborgue David, outro que rouba a cena fácil; Idris Elba e Guy Pierce. O resto não faz muita diferença, já que os nomes menos conhecidos são sempre os primeiros a morrer.

Em suma, Prometheus é uma promessa furada e estafante que é um balde de água fria para muita gente que esperava ver um legítimo Alien. Sombrio, com a pegada característica de Ridley Scott que ficou de fora de Alien: A Ressureição, o novo capítulo da franquia é só mais um spin off que não será levado em conta por muita gente.

Trailer

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Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres

É com um orgasmo. não, Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres não começa com uma cena de sexo. Na verdade a cena inicial com pouco mais de duas linhas de diálogo começa muito semelhante ao romance de Stieg Larsson. O orgasmo, mental, que isso fique bem claro, começa quase imperceptível logo de cara nos logotipos da Columbia e da MGM e assim que a tela escurece já é possível senti-lo vindo lá do fundo da mente… eis que uma introdução no melhor estilo James Bond que deixaria o célebre Maurice Binder boquiaberto toma a tela, aí não para mais, tudo embalado pela roupagem aguda e célere dada por Trent Reznor e Atticus Ross a canção Immigrant Song do Led Zeppelin aqui na voz arranhada de Karen O. Em menos de cinco minutos de filme já estava satisfeito e de cérebro encharcado.

Baseado na primeira parte da bem sucedida trilogia de livros suecos, Os Homens que não Amavam as Mulheres conta a história do jornalista Mikael Blomkvist da revista Millennium que vive caçando empresários corruptos direitistas, que após ser condenado por calúnia e difamação contra o poderoso empresário Hans-Erik Wennerström resolve se refugiar de tudo e de todos, eis que recebe uma proposta bastante incomum de Henrik Vanger, rico homem de negócios que mora na ilha de Hedeby.

Henrik pede a Mikael que passe a morar na ilha e durante o período de um ano investigue o desaparecimento de sua sobrinha-neta que sumiu no ar quarenta anos atrás. Em troca Henrik promete entregar a Mikael informações valiosas sobre Wennerström.

Mikael passa a receber auxílio da figura mais inusitada possível: uma hacker muito punk chamada Lisbeth Salander, figura cheia de piercings e tatuagens sendo ao que tudo indica mentalmente perturbada e com tendências homicidas e que vive sob a guarda do Estado. A Dupla tem então de desvendar um mistério que perdura há mais de quatro décadas.

Simpatizante com a esquerda, Stieg Larsson era jornalista de uma revista nos mesmos moldes da Millennium

Escritos entre 2003 e 2004 e sendo publicados postumamente, os livros que compõe a chamada Trilogia Millennium não param de vender e conquistar milhares de fãs mundo afora. Com 50 milhões de exemplares vendidos era de se esperar que logo os livros de Larsson fossem adaptados para o cinema, e foi o que aconteceu em 2009 quando os três livros se tornaram películas em co-produções sueco dinamarquesas com Michael Nyqvist e Noomi Rapace nos papéis de Blomkvist e Salander. Os três filmes, Os Homens que não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar se tornaram rapidamente um enorme sucesso na Europa e atraíram o olhar do gigantesco maquinário de Hollywood e a pré-produção da nova versão da primeira parte da odisséia de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander teve início.

Antes mesmo de Hollywood querer fazer sua própria versão das obras de Stieg Larrson, o diretor David Fincher já estava de olho nos mesmos livros, mas para ele Hollywood nunca iria fazer uma franquia para adultos recheada de violência, sexo e anti-semitas extremos como as obras de Larsson, ainda mais com franquias adolescentes como Harry Potter e a Saga Crepúsculo arrecadando milhões aos montes. Eis que, assim que Hollywood se decidiu em fazer adaptações de Millennium, David Fincher foi o escolhido para reger a batuta da nova adaptação.

Fincher é conhecido por ousar, muitos de seus filmes se tornaram ícones do cinemão americano mas sempre com aquela cara de produção independete carregada de sombras e mistério. Alguns exemplos de seus filmes são: Seven – Os sete Crimes Capitais, Alien 3, Clube da Luta, O Curioso Caso de Benjamin Button e A Rede Social. Fincher ainda detém a fama de rodar cada tomada nada mais nada menos do que cem vezes! No final não há mais desculpa de ter esquecido as falas.

Com roteiro de Steve Zaillian e comando de Fincher, Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres é uma produção lúgrube mas classuda, carregada de sombras e muitos personagens originais como prato principal que se movem como peças orgânicas e metódicas de uma partida de xadrez, mas o inesperado sempre está à espreita. A obra de Stieg Larsson feita por Fincher se difere completamente da sua versão sueca, aqui tento quase três horas de duração. Detalhes que ficaram de fora do filme sueco aqui aparecem idênticos, ou quase, ao romance de Larsson. O espectador que já leu os livros vai ver como um sanduíche, um maço de Marlboro vermelho e uma varanda fazem toda a diferença.

Mas o maior trunfo do filme vai para a atriz Rooney Mara que interpreta Lisbeth Salander, uma personagem tão complexa como jamais houve e possivelmente jamais haverá. O processo de escolha para o papel foi exaustivo e corrido, pois o tempo era curto, mas Rooney conseguiu o papel após ser testada fisicamente por Fincher, já que foi preciso cortes de cabelo muito estranhos, piercings reais e outros não, tatuagens, descoloração das sobrancelhas, novo jeito de andar, falar, se portar, ter o jeito de um garoto de 14 anos, enfim, Mara É Lisbeth Salander. A entrega da atriz é surpreendente, cada aspecto e sensação que a personagem traz nas páginas escritas por Larsson estão na tela, é magnífico de se ver. Você vai sentir pena, compaixão, raiva e até uma certa atração pela figura incomum, sabe, aquele interesse pelo desconhecido… Você pode até querer abraçá-la mas levará um belo chute nos bagos se tentar.

Rooney Mara encarna a hacker Lisbeth Salander

Fazendo par com Rooney Mara está Daniel Craig. “Não é bem uma escolha. Daniel é muito masculino, tem essa idade indeterminada, entre 38 e 50 anos, e é um ator incrível.”, palavras do próprio Fincher, o que é verdade. Apesar de a descrição de Blomkvist ser mínima nos romances de Larsson, sabe-se que é um sujeito maduro de meia-idade, forte e de cabelos aloirados. A certeza se torna maior com o desempenho de Craig na telona, só não temos certeza se a parte da idade indeterminada serve como elogio.

No elenco ainda estão o sueco Stellan Skarsgard como Martin Vanger, Christopher Plummer fazendo Henrik Vanger, Robin Right como Erika Berger, co-editora da Millennium, Goran Visnjic é Dragan Armasky, chefe de Lisbeth na Milton Security e Joely Richardson como Anita Vanger, mais uma do interminável clã de calhordas. Bom, a maioria.

Toda essa excitação que dá vida ao thriller vem também da trilha de Trent Reznor e Atticus Ross que também trabalharam com Fincher em A Rede Social. A trilha com canções como Sail Away de Enya (sugestão de Daniel Craig), Is Your Love Strong Enough? e How to Destroy Angels é quase tão longa quanto o próprio filme, tendo cerca de 173 minutos de duração e é um dos elementos dessa fórmula fincheriana que fazem de Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres o tipo de filme do qual não se consegue tirar os olhos, não é possível pensar em qualquer outra coisa além do que está rolando na tela.

Pode ser um clichê dizer que filmes te fazem esquecer da vida e viver a de outras pessoas por duas horas mas é mentira. Em determinado momento você vai se pegar pensando: “O que será que terá para o jantar?”, ou “Nossa, como aquela ruiva da recepção é bonita!” Mas isso não acontece com o novo Os Homens que não Amavam as Mulheres. É estranho, surreal se esquecer de si mesmo não por duas horas mas sim por quase três.

David Fincher ainda não sabe se vai retornar para dirigir a continuação, A Menina que Brincava com Fogo cujo roteiro já está pronto e novamente pelo pincel de Steve Zaillian. Fincher diz que o processo é muito exaustivo de passar um ano inteiro filmando na Suécia, mas caso venha a retornar a primeira franquia adulta de Hollywood poderá filmar o segundo e o terceiro filme ao mesmo tempo para facilitar, não só para ele e para o resto da equipe mas também para Rooney Mara, cuja transformação em Lisbeth Salander é um processo tortuoso e extenuante.

Alguns dizem que mesmo os ingredientes típicos de Fincher estarem presentes na tela o diretor não foi ousado como costuma ser em outras produções. Apesar de o filme ter recebido uma classificação etárea alta, 18 anos, as cenas de violência sexual apesar de chocantes não são explícitas do modo como se acreditava que seriam, isso talvez por causa dos censores pudicos da indústria do cinema americano. Existem cenas mais impactantes em folhetins televisivos e nas chamadas “novelas da vida real” que ultimamente viraram febre nos canais de televisão mundo afora com cenas lastimáveis de tão impróprias que são para seus horários.

Enfim, já era hora de filmes barra pesada para adultos misturados com a fórmula de thrillers cerebrais aparecerem. Deixe as crianças e adolescentes de cabelos esticados e tênis coloridos com “Harry, Rony e Hermione” e Edward e Bella e corra para derreter sua mente com Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres.

Trailer

Immigrant Song – Trent Reznor, Atticus Ross & Karen O

Sail Away – Enya

Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Apesar de Batman ser dado como o maior detetive do mundo não podemos nos esquecer que antes do morcegão bater suas asas com seus incontáveis apetrechos tecnológicos, Sherlock Holmes, criação do médico e escritor escocês Arthur Conan Doyle já havia desvendado crimes e revelado conspirações tão intrincadas quanto a de qualquer super-vilão. Desde que deu as caras em 1887 com Um Estudo em Vermelho, o excêntrico personagem não saiu mais de moda, sendo reinventado inúmeras vezes no passar desses 125 anos de existência.

Em 2006 o produtor Lionel Wigram fundiu vários elementos de diversas aventuras de Sherlock Holmes e desenvolveu sua própria história além de criar um vilão baseado em uma figura real. Lord Blackwood é baseado em Alesteir Crowley, ocultista e poeta britânico que ao contrário de Blackwood não intentava dominar o governo britânico. Essa característica sobrenatural veio direto de O cão dos Baskerville, escrito por Conan Doyle em 1902. Após ter escrito o roteiro Wigram transformou-o em HQ com desenhos de John Watkiss. Três anos depois o sucesso da HQ se converteu no filme estrelado por Robert Downey, Jr. e Jude Law.

Arte de John Watkiss em “Sherlock Holmes”, HQ de Lionel Wigram

Grande fã de Sherlock Holmes, Wigram visualizou em sua mente uma versão de Sherlock muito diferente das vistas em produções cinematográficas anteriores desde o século passado. “Uma boa parte da ação que Conan Doyle se refere, na verdade se manifesta em nosso filme. Muitas vezes Sherlock Holmes vai dizer coisas como: ‘Se eu não fosse especialista em luta de bastões, eu teria morrido naquela vez’ ou ele remete a uma luta fora da tela. Estamos colocando estas lutas na tela. “, disse Wigram que  também transformou Sherlock em um boêmio com um estilo de se vestir digno de um artista e não mais de um homem arcaico da época vitoriana. Porém as excentricidades que marcaram o personagem através dos anos o fazendo um herói incomum se mantiveram na nova versão. Com excelente direção de Guy Ritchie e a presença do irreverente Robert Downey, Jr. como Sherlock, sem falar de Jude Law que nos dá uma versão quase exata do Dr. Watson, deixando para trás aquele estigma centenário que o doutor carregou de ser um reles coadjuvante gordo e sem atrativos. Com seu físico em forma, Law se parece mais com o Watson que conhecemos dos livros de Conan Doyle, um homem forte que jogava Rugby nas horas vagas. O sucesso do filme de 2009 gerou a seqüência Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras.

A trama de O Jogo de Sombras se passa no mesmo ano que a aventura anterior, 1891 (para quem é fã do detetive sabe muito bem a importância desse ano). O filme começa com o Dr. Watson nos introduzindo à história do filme até que mergulhamos de vez em seus eventos, que perde seu narrador. Em busca pela verdadeira resposta de diversos atentados a bomba, Sherlock Holmes intercepta em Paris em pacote explosivo dado por Irene Adler a um certo dr. Hoffmanstahl a mando do professor Moriarty. De volta a Londres, Sherlock segue a pista da carta que afanou de Irene durante o incidente em Paris, pista essa que o leva até uma cigana chamada Simza, vivida por Noomi Rapace, a mesma da versão sueca da Trilogia Millennium. Com Simza se juntando aos companheiros, os três partem em uma viagem através da Europa para impedir os novos planos do Napoleão do Crime de iniciar uma Guerra Mundial. De Londres para Paris, o trio também passa pela Alemanha e pela Suíça com um desfecho que é puramente sherlockiano.

O filme traz de volta alguns personagens da produção anterior como Irene Adler, Mary Morstan (Kelly Reilly) como a esposa do Dr. Watson e o inspetor Lestrad da Scotland Yard além de introduzir novos personagens como Mycroft Holmes (Stephen Fry), irmão mais velho de Sherlock e Sebastian Moran. Curiosamente Mary Morstan e Sebastian Moran são personagens que apareceram pela primeira vez em O Signo dos Quatro de 1890, segunda aventura de Sherlock escrita por Conan Doyle, porém os filmes de Lionel Wigram e Guy Ritchie não fazem parte do cânone original das aventuras de papel do personagem.

Grande sacada do filme é introduzir o professor James Moriarty, nêmesis de Sherlock também nas histórias de Conan Doyle. Provido de um intelecto tão extraordinário quanto o de Sherly (apelido carinhoso dado a Holmes por seu irmão) o professor Moriarty o usa para fins maléficos que possam beneficiá-lo de algum modo. Apesar de ser geralmente lembrado como um homem corcunda e muito magro com uma cabeçorra calva como ficou marcado pelas magníficas ilustrações de Sidney Paget para os contos de Sherlock Holmes que depois de terem passado por publicações como Beeton’s Christimas Annual e Lippincott’s Monthly Magazine foram publicados na Strand Magazine. Em O Jogo de Sombras o vilão é interpretado por Jared Harris que infelizmente, assim como Noomi Rapace, apesar do bom desempenho de seus papéis não foram capazes de cativar o público como Mark Strong no papel de Lord Blackwood e Rachel McAdams no filme anterior. Alguns dizem que o Moriarty de Harris foi baseado em Simon Newcomb, uma das inspirações que Conan Doyle também usou para criar seu vilão.

Jared Harris e professor Moriarty nos traços clássico de Sidney Paget

Em termos de narrativa o novo Sherlock Holmes não se difere muito de seu antecessor apesar da exceção de que na película de 2009 o detetive dava as respostas para os mistérios e uma série de flashbacks acompanhava a narrativa do herói nos mostrando os elementos que Sherlock utilizou para chegar a sua resposta. Em O Jogo de Sombras tais elementos são mostrados discretamente na tela para que o espectador possa tentar chegar a resposta antes mesmo do detetive, o que nos faz continuar de olhos fixos na tela despertando um sentimenmto de auto-satisfação quando nos equivalemos a Sherlock.

Misturando comédia, ação e mistério, tudo embalado pelo afinado e dançante ritmo chiclete da trilha de Hans Zimmer, Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras faz uma incrivel homenagem a um dos maiores personagens de todos os tempos e a seu criador. Sherlock Holmes pode ser um homem deveras excêntrico mas como todo mundo mostra que ninguém é uma ilha. Entre acordos e dissabores com o Dr. Watson e Irene Adler nos passa que mesmo o homem mais perspicaz do mundo pode amar enquanto desvenda crimes.

Veja o trailer de Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Trailer: Prometheus

Com estreia marcada para 8 de junho de 2012, Prometheus serve como prelúdio para a cine série Alien, iniciada em 1979 por Ridley Scott. O filme se passa no século 21 mas não há nada de contemporâneo nele e muitos anos antes dos eventos dos filmes anteriores e explorará o mistério da existência humano na Terra. Ririgido por Scott conta no elenco com Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron e Idris Elba.

Trailer
 

Prelúdio de Alien ganha título e novos nomes no elenco

Ridley Scott dividiu o prelúdio de Alien em duas partes. Os filmes mostraram eventos passados antes dos filmes originais. O título do novo filme será Paradise e Michele Yeoh pode entrar para o elenco, assim como Michael Fassbender.

Michelle interpretaria Vickers, uma mulher destemida e sexy, que com certeza sabe artes marciais. Já Fassbender, que atualmente está gravando X-Men First Class, ele é o Magneto, estaria pedindo um cachê exorbitantemente alto para a Fox para participar do novo Alien. Noomi Rapace, protagonista de Os Homens que não Amavam as Mulheres que também participará do novo Sherlock Holmes continua na frente na corrida para ser a mocinha da filme, Elizabeth Swan.

Sai a primeira foto oficial de Sherlock Holmes 2

Apesar de nos últimos meses algumas poucas imagens do novo filme de Sherlock Holmes estrelado por Robert Downey Jr e Jude Law terem caido na rede, hoje foi divulgada a primeira imagem oficial da produção que está sendo rodada na Inglaterra e dirigida por Guy Ritchie que também dirigiu o primeiro filme, lançado em dezembro do ano passado. Na foto, ao lado dos protagonistas está Noomi Rapace, estrela da versão original de Os Homens que não Amavam as Mulheres. O papel da atriz na nova aventura do célebre detetive britânico porém ainda não está claro.

Mais um ator para Sherlock Holmes 2

O ator britânico Stephen Fry acaba de assinar contrato para viver nas telonas Mycroft Holmes, irmão do célebre detetive Sherlock Holmes criado no séc XIX por sir Arthur Conan Doyle e interpretado pelo ator americano Robert Downey Jr. Fry já é conhecido do grande público por sucessos como V de Vingança e Alex Rider Contra o Tempo que revelou o jovem ator Alex Pettyfer. O personagem de Mycroft possui os mesmos talentos intelectuais de seu irmão, possivelmente até superior aos dele, segundo o próprio Sherlock afirma várias vezes em suas aventuras literárias. A diferença entre os dois personagens é que Mycroft prefere ocupar uma posição no governo britânico ao realizar proezas físicas e usar o poder do seu intelectuo para devendar crimes como seu irmão.

Stephen Fry se junta a Robert Downey Jr, Jude Law e Noomi Rapace. Sherlock Holmes 2 será lançado em 16 de dezembro de 2011.

Michael Nyqvist e Noomi Rapace rumo à Hollywood

Depois da morte do escritor sueco Stieg Larsson em 2004 foram publicados suas três últimas obras, protagonizadas pelo repórter Mikael Blomkvist e que juntas formam a tão elogiada Trilogia Millenium. Em 2009 todos os três livros foram adaptados para as telonas pela produtora sueca Yellow Bird. Os filmes se tornaram um grande sucesso mundo a fora, rendendo até uma refilmagem hollywoodiana com Daniel Craig e Rooney Mara nos papéis principais de Blomkvist e Lisbeth Salander, uma haker de computadores. The Girl with the Dragon Tatoo, do original Os Homens que não Amavam as Mulheres, primeiro filme da trilogia, sairá no final do ano que vem. A versão original dos filmes foi estrelada pelas atores Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Agora, com o sucesso conseguido pelos filmes os dois atores se preparam para fazer seu primeiro filme em língua inglesa. Nesta semana Nyqvist assinou para ser um dos vilões do novo Missão Impossível, estrelado por Tom Cruise. No último dia 11 a revista Entertainment Weekly divulgou que Noomi será a ficou com o papel da protagonista feminina do próximo filme de Sherlock Holmes, que apesar de ainda não ter sido confirmado acredita-se ser uma cigana francesa. Ambos os filmes tem estréia marcada para dezembro do ano que vem.