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O Homem de Aço

Mesmo voando alto e com quase US$700 milhões de bilheteria nas costas o Homem de Aço chegou com um mês de atraso na nossa terrinha verde e amarela. Mas esses 30 dias extras só fizeram aumentar a vontade em ver o reboot cinematográfico do último filho de Krypton.

Com uma trama linear, “O Homem de Aço” começa com a já conhecida destruição do planeta Krypton. Dessa vez a causa do fim do planeta não é impacto iminente contra o sol vermelho que se dirige em direção ao planeta, mas sim a escassez de recursos naturais de Krypton por seus habitantes. Sendo assim, Krypton se tornou instável o bastante a ponto de implodir. Na esperança de evitar a total extinção de sua raça, Jor-El planeja mandar seu único filho, Kal-El, para um planeta com o ecossistema mais parecido com o do seu; no caso, a Terra. Nesse meio tempo o general Zod tenta um golpe de estado mas após se digladiar com Jor-El é preso e aprisionado na já conhecida Zona Fantasma. Vingativo, Zod jura destruir o filho de Jor-El. A partir daí o filme só caminha em linha reta, mostrando o jovem Kal-El já na Terra, sob o nome adotivo de Clark Kent e fazendo de tudo para esconder suas habilidades especias de nós terráqueos e em constante busca do seu verdadeiro destino e de sua origem.

“Moço, deixa eu entrar! Esqueci minha licença para voar na outra roupa.”

Sob a batuta única de Zack Snyder, produção dedicada de Christopher Nolan e escrita detalhista de David Goyer, “O Homem de Aço” dá uma boa repaginada no personagem criado por Jerry Siegel e Joe Shuster 75 anos atrás. Agora completamente contemporâneo, o novo Superman tenta ser tão pé no chão quanto foi a trilogia do Cavaleiro das Trevas dirigida por Nolan. Kal-El não é tratado como um super-herói ou um ser divino. O último filho de Krypton é visto como um alienígena que serve como resposta para a questão se estamos ou não sozinhos no universo. Apesar de uma boa ficção, a produção consegue se estabelecer com uma certa verossimilhança em sua trama, o que mostra o seu diferencial.

Sexta grande produção realizada em live action sobre herói com o selo da Warner Bros., “O Homem de Aço” se mostra equivalente ao que foi “Batman Begins” oito anos atrás, da trilogia citada acima. Uma história de origem que sem pressa evita tropeços antes de mostrar o seu protagonista adequadamente trajado com seu uniforme clássico. Porém, ao contrário do primeiro filme da trilogia do Cavaleiro das Trevas, em que os dois primeiros atos trazem a grande sacada de mostrar como Bruce Wayne se transforma em Batman e o começo de sua atuação em Gotham, para terminar com um último ato com o básico embate de mocinho contra bandido, em “O Homem de Aço” acontece o oposto. Atravessamos o começo e o meio do filme extremamente ansiosos, mas não apenas pelo que nos é mostrado de imediato, mas sim porque tudo o que aparece na tela fomenta a curiosidade pela primeira aparição de Clark Kent vestido como Superman e pelo clímax do filme e o inevitável embate entre o homem de aço e Zod.

Apesar de famoso em todos os cantos do mundo e ser o precursor de todos os super-heróis modernos, sendo o primeiro da chamada Era de Ouro das histórias em quadrinhos, Superman sempre foi um personagem que dividiu opiniões. Por ser praticamente indestrutível e ser um verdadeiro escoteiro ao representar os ideais do que é correto acima de tudo, sempre acabou sendo superior a qualquer outro super-herói, e é isso o que acaba por criar uma falta de simpatia de muita gente por ele. Afinal, ninguém gosta de alguém muito certinho. Acontece que no novo filme uma boa parte dessas características é moldada não de modo a favorecer o personagem, mas justamente o oposto. No filme de Zack Snyder é abordado o sacrifício do herói em fazer suas escolhas em nome do que é certo. Isso dá um senso de dramaticidade ao personagem que evidentemente sofre com muitas das escolhas que faz. É o preço que se paga por ser um caxias.

“It’s not an ass.” Não, péra!!!

Aproveitando o fato de ser um dos mais poderosos super-heróis de todos os tempos e também o mais popular deles, a tríade Snyder/Nolan/ Goyer resolveu não ficar jogando na cara do espectador cada habilidade do Superman e outros fatos já conhecidos de seu cânone. Economizando copiões resolveram mostrar enfim o que os bíceps de Kal-El podem fazer. Em uma mescla de “Transformers” com “Dragon Ball Z” e uma edição mais corrida do que o necessário, os cineastas entregaram cenas de lutas longas e intermináveis que acarretam na destruição de boa parte de Smallville e Metrópolis. A porradaria entre os kryptonianos atinge proporções catastróficas para nós, pobres humanos. Mas quem liga?! O que importa é que enfim o Superman virou homem (agora ele usa a cueca para dentro da calça)!

Falando em homem, dessa vez quem veste a capa vermelha do herói é o britânico Henry Cavill. A interpretação do ator é profunda e eficiente em transmitir o sentimento de solitude vivida pelo personagem e também a sua ira e dor ao emitir gritos que fazem dilatar todas as veias do pescoço. Se dá vontade de sair correndo de medo com os gritos de Hugh Jackman na pele de Wolverine e David Hayter na de Solid Snake, com os de Cavill é melhor sair voando, porque o rapaz se empolga mesmo! Dessa vez as fraquezas que fazem de Kel-El um humano são exploradas de modo significativo que resultam em ações explosivas do herói, e não nas lamentações entediantes de outras produções, tanto filmes como muitas de suas aventuras nas histórias em quadrinhos. Nas palavras do próprio Zack Snyder, “A inocência morreu.”

Batendo de frente com o herói está o clássico vilão General Zod, interpretado por Michael Shannon, extremamente brutal e impiedoso. Desta vez o personagem está menos diplomático e caricato, sem um figurino à la Seco & Molhados como o utilizado por Terence Stamp em “Superman II”. Ao lado de Zod está a bela atriz alemã Antje Traue como sua segunda em comando, Faora. As feições da atriz parecem saídas do traço da desenhista brasileira Adriana Melo, com linhas firmes de uma beleza clássica que se encaixaria muito bem em uma graphic novel. Ainda no time feminino está Amy Adams no papel da intrépida jornalista Lois Lane do Planeta Diário. Se Antje Traue tem os traços de um desenho de Adriana Melo, então Amy Adams tem os de uma das garotas de J. Scott Campbell, mas muito mais sutis e linda o bastante para fazer o sujeito na fileira atrás da minha durante a sessão soltar: “Meu Deus, que mulher!”, durante a primeira aparição da personagem no filme. A participação da repórter se mostra realmente relevante para o desenvolvimento da trama, deixando de ser uma personagem plana com a cabeça voltada apenas para seus furos de reportagem e se tornando uma personagem redonda (não, ela não ganhou peso para o papel). Agora Lois traz emoções e pensamentos menos gananciosos, pensando de modo geral nas situações pelas quais passa e nas consequências que suas ações podem trazer. Afinal ela já tem um Pulitzer, o que mais ela pode querer?

Kal-El indeciso entre Amy Adams e AntjeTraue

Completando o elenco temos Russel Crowe como Jor-El, dando seu show habitual de puro talento na pele do kryptoniano e pai biológico do Superman. Kevin Costner e Diane Lane fazem os pais adotivos do herói, Jonathan e Martha Kent. Ayelet Zurer faz a mãe biológica do home de aço, Lara Lor-Van; Laurence Fishburn interpreta o editor do Planeta Diarío, Perry White, e Christopher Meloni o coronel Nathan Hardy do exército americano.

Em termos estéticos “O Homem de Aço” se desvencilha totalmente dos filmes clássicos estrelados por Christopher Reeve e embalados pelo clássico tema composto por John Williams. A sociedade estatal de Krypton criada para este novo filme é bem desenvolvida nas telas, que também destaca a fauna e flora do planeta, nada mais de cristais brancos para lá e para cá. É uma roupagem totalmente nova, mas sem deixar de lado elementos básicos da mitologia do personagem e do universo DC Comics, como a inteligência artificial Kelex e referências a passagens e diálogos de quadrinhos cultuados do Superman, além de alguns easter eggs bem interessantes. Mas o conceito mais importante de “O Homem de Aço” é o significado do “S” que Superman ostenta em seu peito. Na verdade a letra é um símbolo que significa esperança. Cada família de Krypton tem seu próprio brasão e significado. Pode ser piração da minha cabeça, mas o brasão da família do general Zod é muito parecido com a foice da bandeira da antiga União Soviética. Só ficou faltando o martelo.

Um dos fatores que tornaram os filmes antigos do Superman inesquecíveis foi o tema principal escrito por John Williams. Dessa vez o cargo de escrever a nova trilha sonora ficou com Hans Zimmer, compositor da trilogia do Cavaleiro das Trevas, “A Origem” e a dobradinha de filmes de Sherlock Holmes estrelados por Robert Downey Jr. nos últimos anos. É triste dizer, mas a nova trilha não se compara nem com os trabalhos passado de Zimmer. Com quase duas horas de duração todas as composições são similares entre si, distantes e com cara de que vieram de outro planeta. Infelizmente nada digno de nota. Basta ouvir apenas o tema principal para se captar o sentimento de esperança que permeia o filme, mas esta tem que ser ouvida separadamente, porque durante o filme mal a percebemos.

Em suma “O Homem de Aço” é um verdadeiro filme de super-herói e claramente a melhor produção que já conseguiu adaptar o Superman para todos os públicos. Apesar das mudanças sofridas, não há com o que se preocupar, o último filho de Krypton ainda é o mesmo de quando surgiu nos anos 30. Agora só nos basta aguardar pela sequência e também pelo filme da Liga da Justiça. Zack Snyder já confirmou que voltará para a sequencia de “O Homem de Aço” que será novamente escrita por David Goyer, que também assinou para escrever o filme da Liga. Bom, por hoje chega de escrever!

Trailer

Trilha sonora

Imortais

Cada época precisa de seu herói, mesmo que estes sejam ilusórios. É preciso uma figura capaz de afastar os tormentos das almas dos homens, é preciso um herói hábil para inspirar o sucesso; forte para desbravar as trevas perenes e derramar sobre os sofredores a luz da esperança… todos temos nossos heróis, sejam eles reais, de papel, ou apenas imaginários, e é sobre a necessidade de um herói que o filme Imortais do diretor indiano Tarsem Singh trata.

Na trama, Hipérion (Mickey Rourke) -rei de Creta- declara guerra contra a humanidade e intenta libertar os titãs do monte Tártaro com o arco de Épiro e iniciar uma devastadora guerra entre os banidos e os deuses do Olímpo em uma vingança contra os deuses imortais não terem poupado as vidas de sua mulher e seu filho apesar de suas orações para os divinos. O povo indefeso se refugia atrás das impenetráveis fortificações do monte Tártaro contra as forças devastadoras de Hipérion, ansiando por um herói que os salve, eis que surge Teseu (Henry Cavill), guerreiro cético nos deuses mas disposto a dar o sangue pelos necessitados.

“guerra contra a humanidade” tá pondendo, hein, Whiplash…

Para fazer esta crítica foi preciso pesquisa, pesquisa que nem o diretor Tarsem Singh ou seus associados foram capazes de fazer e entregaram ao público a sua própria versão distorcida da história antes de Cristo. Teseu aqui não é filho de Poseidon, apesar de sua mãe continuar sendo Etra, no filme ela é uma mulher pobre e vista como prostituta e não filha do rei Piteu e nem Teseu é um príncipe que governou Atenas entre 1234 a 1204 a.c., mas sim um indivíduo que hora é tratado como camponês hora por escravo, enquanto que a história do filme se passa em 1100 a.c. Outra incoerência é o personagem Stravos, vivido por Stephen Dorff, já que seu nome quer dizer cruz, e não é um nome grego, já que é originário da cruz a qual Jesus foi crucificado mais de mil anos depois. No filme a personagem de Freida Pinto é a oráculo Fiedra, mas na mitologia grega Fietra não tem nada de oráculo e é dada em casamento a Teseu, tranformando o herói em cunhado do próprio minotauro. Olha, achei outra… o dispositivo de tortura chamado touro de bronze que Hipérion usa contra seus inimigos somente seria inventado cerca de quinhentos anos depois. A falta de nexo segue sem precedentes.

Apesar de Imortais pegar vários pedaços da mitologia grega e jogá-los a esmo no filme para depois esquecer deles em meio a tantas cenas de pancadaria, fica evidente o esforço dos produtores, Gianni Nunnari e Mark Canton em tentar igualar sua nova produção ao sucesso obtido com 300 de 5 anos atrás. O diretor aqui também se empelha mais em nos entregar uma produção rica em efeitos especiais, carregada de cores e figurinos fantásticos importados diretos de bollywood e acaba dando corda demais para que seus atores se tornem relapsos demais para atuarem como deveriam. Bons tempos de Lou Ferrino como aquele Hércules barbudo.

Afinal, Imortais vale o ingresso? Sim, mas só se você pagar meia. Bom, se é para ver danças estilizadas e figurinos originais como os que vem faltando há muito em hollywood, vale sim, pelo menos sai mais em conta do que a entrada para o Cirque du Soleil, ou será que é um desfile da parada gay? Porque os deuses sem nomes do Olimpo de Tarsem não enganam ninguém com aquelas bijuterias e os peitos estourando de esteróides. Se nos tornamos imortais através da história devido a nossos feitos o filme de Tarsem Singh não vai viver muito, pelo menos não no hall dos épicos filmes épicos, mas sim no passageiro Olimpo dos pipocões de férias escolares.

deus ou deusa?

Trailer

Conheça o novo uniforme do Homem de Aço

henry cavill set 30ago2011

The Man of Steel, próximo filme da franquia Superman só deve chegar as telas em 2013 mas já começaram a cair na rede fotos da produção. As mais aguardadas por todos eram as do prróprio Superman dessa vez encarnado por Henry Cavill. Confira as imagens.

 

henry cavill set 31ago2011 f01

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Super, super, super!!!

Esse ano já tivemos o impressionante show de cores de Thor, a crise sessentista dos mísseis de Cuba em X-Men: Primeira Classe, o conflito mais marcante da história, a Segunda Guerra Mundial em Capitão América: O Primeiro Vingador, uma invasão alienígena em Lanterna Verde… ufa! Mas a coisa não pára por aí não. Assim como 2011 Hollywood está repleta de super-heróis 2012 não vai ser diferente.

Os filmes de Homem de Ferro, Capitão América e Thor não passaram de introduções para o aguardado Os Vingadores, filme que reúne a equipe lutando em favor da humanidade e da paz entre os homens. O reboot de Homem-Aranha e a terceira parte da trilogia de Christopher Nolan sobre o Cavaleiro das Trevas também chegam ano que vem, já o retorno do Homem de Aço foi adiado em seis meses e o kriptoniano só dará as caras nos cinemas em meados de 2013.

Como avançar no tempo é coisa de histórias em quadrinhos somente nos resta esperar e matar aos poucos a curiosidade e ansiedade que nos sufoca com fotos de sets, descrições de cenas e depoimentos dos envolvidos nas produções.

Nos últimos dias foram divulgadas as imagens oficiais de Anne Hathaway como Mulher Gato e Henry Cavill no uniforme de Superman. A nova vestimenta da gatuna porém está gerando controvérsias, já que nada tem de felino. “É muito frustrante, acho que todo mundo aqui se sente um pouco assim, porque essas fotos minam o trabalho que está sendo feito. Mas ninguém está preocupado. Digo, honestamente, espere até ver o filme. Chris [Nolan] está fazendo coisas insanas. Mesmo a foto da Mulher-Gato que ele soltou não é tudo. Aquilo é um décimo do que a roupa representa”, disse a atriz intérprete da vilã.

Anne Hathaway veste o figurino da ladra que rouba o coração do Homem Morcego

 

Henry Cavill na versão live-action do Superman musculoso de Jim Lee

 

O fato faz lembrar de quando a primeira foto de Michael Fassbender usando o elmo de Magneto caiu na rede e fez muita gente torcer o nariz e sair pelas redes sociais a fora reclamando. E quantos não meteram a língua quando Robert Downey Jr foi escalado para fazer o Homen de Ferro, usando de nomes que eu nem me atrevo a escrever aqui, tudo devido ao passado conturbado do ator. E agora onde estão essas pessoas? Ninguém sabe. Será que morderam a língua com tanta força quando mudaram de opinião ao assistir os filmes que hoje não conseguem mais falar?

Michael Fassbender como Magneto

 

Robert Downey Jr. veste a armadura do Homem de Ferro

Escolhido o novo Superman!

Enfim foi escolhido o novo ator a vestir o uniforme do Borrão Vermelho e a Azul nas telonas e para desapontamento de muitos não foi Jon Hamm! O sortudo é o britânico de 27 anos Henry Cavill que participou de Tristão & Isolda, Stardust – O Misterio da Estrela e da série The Tudors. Cavill já havia tentado pegar o papel na produçao anterior do homem de aço, Superman – O Retorno, mas perdeu o papel para Brandon Routh, e antes tentara abocanhar também o papel de Bruce Wayne em Batman Begins e também de James Bond, não conseguindo nenhum dos dois.

Henry Cavill


Jon Hamm, o favorito de muitos


Depois de Christopher Reeve que imortalizou-se no papel do Superman na década de 70 e 80 houve um enorme hiato até que a produção de um novo filme do super-herói fosse retomada e em 2006 foi lançado o filme Superman – O Retorno com o ator Brandon Routh no papel titulo. O filme teve bons resultados de bilheteria, mas seu custo também havia sido exobitante, US$209 milhoes de dólares com um retorno de US$391 milhões, porém a trama era medíocre, onde o homem de aço tinha até um filho que não sabia existir com Lois Lane!

No novo filme que começará a ser rodado em agosto deste ano com lançamento previsto para dezembro de 2012 a serie sobre um reboot, um recomeço, porém nada da trama da nova aventura foi revelado até agora.

Muitos fãs tinham medo de que um novo filme fosse levar a série nos cinemas de vez para o limbo, mas desde que a produção foi postas nas mãos de Christopher Nolan, escolhido pela Warner para apadrinhar o projeto, o diretor das últimas produções do Batman se empenhou para que tudo fosse feito à risca com o roteiro assinado por David Goyer e Jonathan Nolan, também roteiristas das últimas aventuras de Batman. Foi como se um grande peso tivesse sido tirado das costas dos fãs que puderam relaxar em saber que enfim o herói seria levado a sério. O diretor responsavel será Zach Snyder de 300 e outros filmes pouco comuns mas bem sucedidos, o que mais uma vez assustou os fás mais conservadores de superman. Com o passar do tempo declarações dos envolvidos no projeto foram divulgadas e se é possível notar o comprometimento de cada um com o projeto e agora sim os fãs de Clark Kent respiram tranquilos. O roteiro apesar de misterioso parece não decepcionar e ser bem fiel ao universso de mais de setenta anos do personagem.