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Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres

É com um orgasmo. não, Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres não começa com uma cena de sexo. Na verdade a cena inicial com pouco mais de duas linhas de diálogo começa muito semelhante ao romance de Stieg Larsson. O orgasmo, mental, que isso fique bem claro, começa quase imperceptível logo de cara nos logotipos da Columbia e da MGM e assim que a tela escurece já é possível senti-lo vindo lá do fundo da mente… eis que uma introdução no melhor estilo James Bond que deixaria o célebre Maurice Binder boquiaberto toma a tela, aí não para mais, tudo embalado pela roupagem aguda e célere dada por Trent Reznor e Atticus Ross a canção Immigrant Song do Led Zeppelin aqui na voz arranhada de Karen O. Em menos de cinco minutos de filme já estava satisfeito e de cérebro encharcado.

Baseado na primeira parte da bem sucedida trilogia de livros suecos, Os Homens que não Amavam as Mulheres conta a história do jornalista Mikael Blomkvist da revista Millennium que vive caçando empresários corruptos direitistas, que após ser condenado por calúnia e difamação contra o poderoso empresário Hans-Erik Wennerström resolve se refugiar de tudo e de todos, eis que recebe uma proposta bastante incomum de Henrik Vanger, rico homem de negócios que mora na ilha de Hedeby.

Henrik pede a Mikael que passe a morar na ilha e durante o período de um ano investigue o desaparecimento de sua sobrinha-neta que sumiu no ar quarenta anos atrás. Em troca Henrik promete entregar a Mikael informações valiosas sobre Wennerström.

Mikael passa a receber auxílio da figura mais inusitada possível: uma hacker muito punk chamada Lisbeth Salander, figura cheia de piercings e tatuagens sendo ao que tudo indica mentalmente perturbada e com tendências homicidas e que vive sob a guarda do Estado. A Dupla tem então de desvendar um mistério que perdura há mais de quatro décadas.

Simpatizante com a esquerda, Stieg Larsson era jornalista de uma revista nos mesmos moldes da Millennium

Escritos entre 2003 e 2004 e sendo publicados postumamente, os livros que compõe a chamada Trilogia Millennium não param de vender e conquistar milhares de fãs mundo afora. Com 50 milhões de exemplares vendidos era de se esperar que logo os livros de Larsson fossem adaptados para o cinema, e foi o que aconteceu em 2009 quando os três livros se tornaram películas em co-produções sueco dinamarquesas com Michael Nyqvist e Noomi Rapace nos papéis de Blomkvist e Salander. Os três filmes, Os Homens que não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar se tornaram rapidamente um enorme sucesso na Europa e atraíram o olhar do gigantesco maquinário de Hollywood e a pré-produção da nova versão da primeira parte da odisséia de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander teve início.

Antes mesmo de Hollywood querer fazer sua própria versão das obras de Stieg Larrson, o diretor David Fincher já estava de olho nos mesmos livros, mas para ele Hollywood nunca iria fazer uma franquia para adultos recheada de violência, sexo e anti-semitas extremos como as obras de Larsson, ainda mais com franquias adolescentes como Harry Potter e a Saga Crepúsculo arrecadando milhões aos montes. Eis que, assim que Hollywood se decidiu em fazer adaptações de Millennium, David Fincher foi o escolhido para reger a batuta da nova adaptação.

Fincher é conhecido por ousar, muitos de seus filmes se tornaram ícones do cinemão americano mas sempre com aquela cara de produção independete carregada de sombras e mistério. Alguns exemplos de seus filmes são: Seven – Os sete Crimes Capitais, Alien 3, Clube da Luta, O Curioso Caso de Benjamin Button e A Rede Social. Fincher ainda detém a fama de rodar cada tomada nada mais nada menos do que cem vezes! No final não há mais desculpa de ter esquecido as falas.

Com roteiro de Steve Zaillian e comando de Fincher, Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres é uma produção lúgrube mas classuda, carregada de sombras e muitos personagens originais como prato principal que se movem como peças orgânicas e metódicas de uma partida de xadrez, mas o inesperado sempre está à espreita. A obra de Stieg Larsson feita por Fincher se difere completamente da sua versão sueca, aqui tento quase três horas de duração. Detalhes que ficaram de fora do filme sueco aqui aparecem idênticos, ou quase, ao romance de Larsson. O espectador que já leu os livros vai ver como um sanduíche, um maço de Marlboro vermelho e uma varanda fazem toda a diferença.

Mas o maior trunfo do filme vai para a atriz Rooney Mara que interpreta Lisbeth Salander, uma personagem tão complexa como jamais houve e possivelmente jamais haverá. O processo de escolha para o papel foi exaustivo e corrido, pois o tempo era curto, mas Rooney conseguiu o papel após ser testada fisicamente por Fincher, já que foi preciso cortes de cabelo muito estranhos, piercings reais e outros não, tatuagens, descoloração das sobrancelhas, novo jeito de andar, falar, se portar, ter o jeito de um garoto de 14 anos, enfim, Mara É Lisbeth Salander. A entrega da atriz é surpreendente, cada aspecto e sensação que a personagem traz nas páginas escritas por Larsson estão na tela, é magnífico de se ver. Você vai sentir pena, compaixão, raiva e até uma certa atração pela figura incomum, sabe, aquele interesse pelo desconhecido… Você pode até querer abraçá-la mas levará um belo chute nos bagos se tentar.

Rooney Mara encarna a hacker Lisbeth Salander

Fazendo par com Rooney Mara está Daniel Craig. “Não é bem uma escolha. Daniel é muito masculino, tem essa idade indeterminada, entre 38 e 50 anos, e é um ator incrível.”, palavras do próprio Fincher, o que é verdade. Apesar de a descrição de Blomkvist ser mínima nos romances de Larsson, sabe-se que é um sujeito maduro de meia-idade, forte e de cabelos aloirados. A certeza se torna maior com o desempenho de Craig na telona, só não temos certeza se a parte da idade indeterminada serve como elogio.

No elenco ainda estão o sueco Stellan Skarsgard como Martin Vanger, Christopher Plummer fazendo Henrik Vanger, Robin Right como Erika Berger, co-editora da Millennium, Goran Visnjic é Dragan Armasky, chefe de Lisbeth na Milton Security e Joely Richardson como Anita Vanger, mais uma do interminável clã de calhordas. Bom, a maioria.

Toda essa excitação que dá vida ao thriller vem também da trilha de Trent Reznor e Atticus Ross que também trabalharam com Fincher em A Rede Social. A trilha com canções como Sail Away de Enya (sugestão de Daniel Craig), Is Your Love Strong Enough? e How to Destroy Angels é quase tão longa quanto o próprio filme, tendo cerca de 173 minutos de duração e é um dos elementos dessa fórmula fincheriana que fazem de Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres o tipo de filme do qual não se consegue tirar os olhos, não é possível pensar em qualquer outra coisa além do que está rolando na tela.

Pode ser um clichê dizer que filmes te fazem esquecer da vida e viver a de outras pessoas por duas horas mas é mentira. Em determinado momento você vai se pegar pensando: “O que será que terá para o jantar?”, ou “Nossa, como aquela ruiva da recepção é bonita!” Mas isso não acontece com o novo Os Homens que não Amavam as Mulheres. É estranho, surreal se esquecer de si mesmo não por duas horas mas sim por quase três.

David Fincher ainda não sabe se vai retornar para dirigir a continuação, A Menina que Brincava com Fogo cujo roteiro já está pronto e novamente pelo pincel de Steve Zaillian. Fincher diz que o processo é muito exaustivo de passar um ano inteiro filmando na Suécia, mas caso venha a retornar a primeira franquia adulta de Hollywood poderá filmar o segundo e o terceiro filme ao mesmo tempo para facilitar, não só para ele e para o resto da equipe mas também para Rooney Mara, cuja transformação em Lisbeth Salander é um processo tortuoso e extenuante.

Alguns dizem que mesmo os ingredientes típicos de Fincher estarem presentes na tela o diretor não foi ousado como costuma ser em outras produções. Apesar de o filme ter recebido uma classificação etárea alta, 18 anos, as cenas de violência sexual apesar de chocantes não são explícitas do modo como se acreditava que seriam, isso talvez por causa dos censores pudicos da indústria do cinema americano. Existem cenas mais impactantes em folhetins televisivos e nas chamadas “novelas da vida real” que ultimamente viraram febre nos canais de televisão mundo afora com cenas lastimáveis de tão impróprias que são para seus horários.

Enfim, já era hora de filmes barra pesada para adultos misturados com a fórmula de thrillers cerebrais aparecerem. Deixe as crianças e adolescentes de cabelos esticados e tênis coloridos com “Harry, Rony e Hermione” e Edward e Bella e corra para derreter sua mente com Millennium – Os Homens que não Amavam as Mulheres.

Trailer

Immigrant Song – Trent Reznor, Atticus Ross & Karen O

Sail Away – Enya

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Os Homens que não Amavam as Mulheres tem novo trailer

Que a versão hollywoodiana de Os Homens que não Amavam as Mulheres está para estrear em dezembro todo mundo já sabe. Já foram noticiadas aqui no Chico Louco algumas notícias sobre a produção sombria de David Fincher estrelada por Daniel Craig e Rooney Mara.

O filme surpreendentemente segue uma narrativa pesada onde o diretor teve total liberdade da Metro-Goldwyn-Mayer e da Paramount para usar o máximo de violência que bem entendesse. Danem-se os censores! O próprio Daniel Craig se mostrou surpreso quando assistiu aos copiões do filme.

Aqui você confere o novo trailer do filme, vídeo de quase 4 minutos onde o clima denso mostra a competência de Fincher em recriar fielmente os eventos chocantes do romance do finado jornalista sueco Stieg Larsson.

Trailer 2
Os Homens que não Amavam as Mulheres

 

David Fincher diz ter alterado o final de Os Homens que não Amavam as Mulheres

David Fincher, diretor da versão hollywoodiana de Os Homens que não Amavam as Mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo) ainda está ao lado dos editores Kirk Baxter e Angus Wall recortando o material de filmagem para a estréia no dia 21 de dezembro, mas ao que parece a película não seguirá à risca sua versão literária escrita pelo aclamado autor sueco Stieg Larsson. Fincher disse que alterou o final da encruzilhada sangrenta dos protagonistas Mikael Bolmkvist e Lisbeth Salander vividos por Daniel Craig e Rooney Mara. De acordo com o diretor existe a fórmula que funciona em livros mas que não serve para o cinema. “Nós tivemos uma ideia que vai deixar o final mais fácil de entender. Nós mudamos o final, não muito, para que funcione do ponto de vista do cinema.”, disse Fincher a agência de notícias TT Spektra. “Algumas coisas funcionam em livros mas não em um filme,” ele disse. “Existe um certo ritmo nos filmes e isso nos fez sentir que uma mudança era necessária”.

Fincher porém, é claro, não especificou quais seriam as mudanças e também comentou sobre a importância de se filmar na Suécia. “Assim que li o romance eu pensei que havia algo muito sueco nele. E quando vim para a Suécia e olhei em volta percebi que essa história não poderia ter sido ambientada em Connecticut ou Montreal. Precisava ser na Suécia.”, disse o diretor ao TT.

 

Trailer:

Os Homens que não Amavam as Mulheres

Festival de trailers

Os trailers dos próximos lançamentos do cinema não param de sair. Aqui você vê as prévias mais recentes dos mais aguardados de 2011 e 2012.

 

Sherlock Holmes 2: A Game of Shadows

 

Batman: The Dark Knight Rises

 

The Amazing Spider Man

 

Capitão América

 

Lanterna Verde

 

Os Três Mosqueteiros

 

Rise of the Planet of the Apes

 

Os Homens que não Amavam as Mulheres

 

Tintin: The Secret of the Unicorn

 

Dream House

Trailer: “Os homens que não amavam as mulheres”

O trailer da nova versão de “Os homens que amavam as mulheres” do diretor David Fincher caiu na rede, mas não oficialmente, já que o trailer foi exibido somente em alguns cinemas da Europa e em poucas salas americanas em algumas cópias de “Se beber não case 2”. O video que está na internet foi filmado em um cinema na Holanda e divulgado três dias atrás.

O vídeo de um minuto e meio ao som de Immigrant Song do Led Zeppelin remixado por Trent Reznor e Karen O se inicia com a tarja vermelha que indica que o filme contém cenas fortes e inapropriadas para menores de idade, coisa rara de se ver em filmes americanos que geralmente procuram ser acessíveis a todos os públicos. Sem uma narrativa oral nas clássicas palavras guturrais que existem em todos os trailers hollywoodianos o video se deixa levar pela música e pelo corte rápido das imagens, apresentando uma atmosfera impactante de violência regada a muito sangue, exemplo é a visão que impressiona de um Daniel Craig banhado em sangue agonizando em uma banheira. O visual excessivamente sombrio e agressivo mostra o retorno do estilo de David Fincher de anos atrás.

A versão americana de “Os homens que não amavam as mulheres”, adaptação da primeira parte da aclamada Trilogia Millennium do falescido escritor sueco Stieg Larsson será lançada em dezembro deste ano.

 

01/06.

Ontem o trailer oficial do filme foi divulgado na rede apresentando a tarja verde no lugar da vermelha que aparecia na versão anterior. A cena mencionada nas linhas acima de Daniel Craig coberto de sangue em uma banheira não aparece nesta versão.

O casal protagonista, Rooney Mara e Daniel Craig

 

Trailer oficial de “Os homens que não amavam as mulheres”

 

Trailer: “Os homens que não amavam as mulheres”

Conheça os indicados ao Oscar 2011

A maior festa do cinema acontece neste domingo e você fica sabendo aqui os indicados que concorrem à tão desejada estatueta do Oscar! Veja também a programação da noite e os comerciais da festa que chegam a custar US$220 mil dólares.

 

OS INDICADOS

Melhor filme

 

Melhor diretor

 

Melhor ator

 

Melhor atriz

 

Melhor ator coadjuvante

 

Melhor atriz coadjuvante

 

Melhor roteiro original

 

Melhor roteiro adaptado

 

Melhor longa animado

 

Melhor filme em lingua estrangeira

 

Melhor direção de arte

 

Melhor fotografia

 

Melhores efeitos visuais

 

Melhor figurino

 

Melhor montagem

 

Melhor maquiagem

 

Melhor documentário

 

Melhor documentário em curta-metragem

  • Killing in the Name
  • Poster Girl
  • Strangers no More
  • Sun Come Up
  • The Warriors of Qiugang

 

Melhor curta-metragem

  • The Confession
  • The Crush
  • God of Love
  • Na Wewe
  • Wish 143

 

Melhor animação em curta-metragem

  • Day & Night
  • The Gruffalo
  • Let’s Pollute
  • The Lost Thing
  • Madagascar, Carnet de Voyage

 

Melhor trilha sonora

 

Melhor canção original

 

Melhor edição de som

 

Melhor mixagem de som

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Os apresentadores James Franco, que está indicado a melhor ator por sua atuação em 127 Horas, e Anne Hathaway vão abrir o evento com uma apresentação pré-gravada em que aparecem em cenas dos dez indicados ao prêmio de melhor filme. Depois, eles fazem a primeira “transição cênica”, inspirada em …E o Vento Levou.

Tom Hanks entrega os prêmios de melhor direção de arte e melhor fotografia.

Em seguida, vem melhor atriz coadjuvante, mas a lista não continha o nome do ator que vai entregar a estatueta.

Justin Timberlake (A Rede Social) e Mila Kunis (Cisne Negro) apresentarão melhor longa animado e melhor animação em curta-metragem.

A próxima transição cênica vai relembrar a primeira cerimônia do Academy Awards, que aconteceu em 16 de maio de 1929, no Hotel Roosevelt.

Javier Bardem (Biutiful) e Josh Brolin (Bravura Indômita) entregam os Oscars de melhor roteiro original e melhor roteiro adaptado.

Franco e Hathaway voltam e encenam uma performance cômica com uma troca de figurino.

Russell BrandHelen Mirren apresentam melhor filme em língua estrangeira.

Entra Reese Witherspoon para entregar o prêmio para o melhor ator coadjuvante.

O presidente da Academia, Tony Sherak, sobe ao palco para um discurso.

Nicole Kidman (Reecontrando a Felicidade) e Hugh Jackman (apresentador do Oscar de 2009) participam da transição cênica voltada para a evolução do som, da era do cinema mudo até a tecnologia THX de hoje, com um medley de trilhas sonoras do passado, com a orquestra. Ambos apresentam, depois, melhor trilha sonora.

Marisa Tomei sobe ao palco para contar como foi a entrega dos prêmios técnicos e científicos.

Hathaway aparece de smoking, o que leva à próxima transição cênica, desta vez tendo O Senhor dos Anéis como tema e a participação de Cate Blanchett, que apresenta melhor maquiagem e melhor figurino.

Em seguida, um interlúdio que está sendo chamado “músicas de filmes de que eu me lembro”, introduzido por Kevin Spacey (Casino Jack).

Começam as performances das músicas indicadas ao prêmio de melhor canção original. Primeiro será Randy Newman com “We Belong Together”, de Toy Story 3. Na sequência, entram Mandy MooreZachary LeviAlan Menken com “I See the Light”, de Enrolados.

Jake GyllenhaalAmy Adams (O Vencedor) apresentarão melhor documentário em curta-metragem e melhor curta-metragem.

Hathaway e Franco voltam para mais um esquete cômico, já na terceira mudança de figurino.

Oprah Winfrey entrega o prêmio para o melhor documentário.

Hathaway introduz um apresentador ainda não identificado e começa mais uma transição cênica – sobre o primeiro Oscar televisionado em preto e branco. O apresentador fará um monólogo.

Robert Downey Jr.Jude Law apresentam melhores efeitos visuais.

Hathaway volta em seu quarto figurino.

Jennifer Hudson introduz a terceira performance de melhor canção original, “If I Rise”, de127 Horas, que será cantada por Florence Welch (da banda Florence and the Machine) e A.R. Rahman, compositor da trilha do filme. Na sequência, entra a quarta música indicada, “Coming Home”, de Country Strong, cantada por Gwyneth Paltrow. Aí o prêmio de melhor canção original é entregue ao vencedor por Hudson.

Celine Dion e a orquestra conduzida por William Ross fazem uma performance de “Smile” durante a exibição do segmento In Memoriam. Segue um tributo a Lena Horne introduzido porHalle Barry. Falecida em maio de 2010, Horne teve sua carreira em Hollywood sabotada nos anos 40 e 50, em pleno macarthismo, por ser negra e ter “tendências de esquerda”.

O prêmio para melhor diretor será apresentado por Hilary SwankKathryn Bigelow, vencedora em 2010 por Guerra ao Terror.

Annette Bening (Minhas Mães e Meu Pai) sobe ao palco para contar como foi o Governors Award, entregue em 14 de novembro, e os contemplados com o Oscar honorário são apresentados no palco: Eli WallachKevin BrownlowFrancis Ford Coppola. O quarto homenageado, Jean-Luc Godard, não foi ao Governors Award e não irá ao Oscar.

A última transição cênica mostra o Grauman’s Chinese Theater, palco de diversas premiéres e onde os pés, as mãos e as assinaturas de diversas celebridades estão imortalizados em cimento, na Calçada da Fama.

Jeff Briges (Bravura Indômita), ganhador do Oscar de melhor ator no ano passado, apresenta o prêmio de melhor atriz.

Hathaway troca de figurino pela quinta vez.

Sandra Bullock, ganhadora do Oscar de melhor atriz no ano passado, apresenta o prêmio de melhor ator.

Steven Spielberg anuncia e entrega a estatueta para o melhor filme.

Entram Franco e Hathaway para as despedidas. O coral da New York School fecha o espetáculo com uma apresentação de “Over the Rainbow”, de O Mágico de Oz.

 

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Este texto foi retirado de: http://www.omelete.com.br/