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Crítica: Call of Duty: Black Ops

Call of Duty: Black Ops foi lançado no final do ano passado mas somente agora tive a oportunidade de por as mãos nele, e para se obter um grande game antes tarde do que nunca. Assim como os outros vários títulos da franquia, Black Ops se passa durante um conflito real, tendo como pano de fundo a Guerra Fria, mais especifcamente entre os anos de 1961 e 1968 com passagens pelo conflito entre Estados Unidos e Vietnã e também pela Segunda Grande Guerra Mundial.

O game tem início com o protagonista da trama Alex Mason sendo torturado e interrogado por dois homens desconhecidos que exigem saber dele a origem dos “números”, uma sequencia de dígitos que eles passam repetidamente para o capturado. Sem entender o que os homens querem Mason começa a retratar missões passadas das quais participou como membro das Forças Especiais dos Estados Unidos. É ai que jogo começa de fato, através das memórias de Mason. Durante a primeira missão do game, matar Fidel Castro, Mason e seus companheiros são interceptados pela polícia cubana em um encontro com seu contato em um bar local. Depois disso os três agentes americanos invadem onde está Fidel e completam a missão matando o ditador com um tiro na testa, isso como parte da chamada Operation 40 que realmente foi conduzida nos anos 60.

Durante a fuga Mason é capturado e é revelado que Fidel ainda está vivo (é claro) e que o homem morto era na verdade um sósia. Mason é então entregue a dois russos, general Nikkita Dragovich e Lev Kravchenko, seu braço direito. Enviado a Vorkuta Gulag, um campo de concentração soviético, Mason é torturado e passa por lavagem cerebral, transformando-o em um chamado agente adormecido com propósitos a serem designados por seus algozes através de uma sequência de números transmitidos por rádio (aqueles do começo do jogo), processo muito usado durante a Guerra Fria mas que foi desenvolvido ainda na Primeira Guerra Mundial. Em seu exílio Mason conhece um homem chamado Viktor Reznov que diz a ele o nome de seus captores, estando entre eles um cientista alemão chamado Friedrich Steiner. Juntos os dois novos aliados formam um motim e fogem do campo de terror de Vorkuta Gulag para juntos irem atrás de Dragovich, Kravchenko e Steiner, já que Reznov também tem contas a acertar com os três homens.

Isso pode se dizer é apenas a ponta do iceberg de Call of Duty: Black Ops. Depois o game passa por muitas reviravoltas e esclarecimentos que surpreendem o jogador como poucos games são capazes de fazer. Durante as cutscenes são mostradas ao jogador apenas folhas de documentos secretos, fotos de alvos a serem eliminados enquanto os personagens conversam entre si. Em raros momentos onde existe realmente movimentação como por exemplo quando Mason está sendo conduzido até o pentágono conhecer o presidente Kennedy, a Treyarch se mostra ainda muito precária em desenvolver um carro ou uma moto percorrendo seu caminho através de ruas. Tudo parece travado e muito vazio, o que chega a gerar um desconforto no jogador que até aquele ponto viu coisas tão bem trabalhadas. Outro exemplo de game que passa por isso é Quantum of Solace de 2008 também da empresa, que insistiu em narrar as aventuras do agente 007 por conversas e dados em uma tela de computador, o que no caso não deu muito certo. Agora é possível saber o porque de a Treyarch fazer uso de tal linguagem.

Outro ponto que também chama atenção no jogo é a qualidade gráfica impecável e quase palpável que a desenvolvedora consegue dar ao visual de Black Ops. O realismo é tão fascinante quanto a trama recheada de conspirações. Apesar de bastante violento o game se desenrola com tamanha agilidade que os buracos de bala e membros estraçalhados em seus inimigos somente são notados quando olhados atentamente. Para fortalecer o game atores como Sam Worthington, Ed Harris, Gary Oldman, Ice Cube e a bela Emmanuelle Chiriqui emprestam suas vozes para os personagens do jogo, Worthington fazendo o protagonista, Harris como Jason Hudson, um dos parceiros de Mason, Oldman atuando como Viktor Reznov que já havia aparecido em Call of Duty: World at War e também como dr. Clarke, Ice Cube como o americano Joseph Bowman  e Emmanuelle com a doce voz que sopra a intrincada sequencia de números no cérebro de Alex Mason.

Call of Duty: Black Ops também apresenta um repertório musical bastante vasto com músicas como Symphonie for the Devil dos Rolling Stones que toca durante uma sequencia de barco no Vietnã como referência a clássica cena do cultuado Apocalypse Now de Francis Ford Coppola de 1979, onde a canção Satisfaction também dos Stones é tocada em cena semelhante com um jovem Laurence Fishburn acompanhando a letra. Gimme Shelter também dos Rolling Stones, Fortune Son do Creedence Clearwater Revival, Won’t Back Down de Eminem acompanhado de Pink também estão no game.

Black Ops é um excelente game de guerra e espionagem feito pra quem gosta de conspirações bem elaboradas e roteiros bem desenvolvidos, além de muita ação é claro. Para quebrar toda essa atmosfera e jogar tudo pela janela com grande estilo o mini game Zombies onde o jogador tem de sobreviver a uma orla de zumbis sugadores de cérebro serve para dar aquela descontraída depois de tantas intrigas internacionais.

Músicas de Call of Duty: Black Ops

 

Symphonie for the Devil

 

Gimme Shelter

 

Won’t Back Down

 

Fortune Son

 

Welcome to the Family

Avenged Sevenfold divulga novo videoclipe

A banda Avenged Sevenfold lançou nessa última semana o videoclipe oficial da música So Far Away, presente no último álbum, Nightmare.
A música e o vídeo foram feitos em homenagem ao ex-baterista Jimmy “The Rev” Sullivan, que faleceu no finalzinho de 2009 vítima de uma combinação fatal de álcool e drogas prescritas. Ele tinha cardiomegalia (coração dilatado) e não aguentou a combinação dos produtos químicos.
O videoclipe mostra de forma tocante a vida que os integrantes da banda passaram com The Rev desde quando ainda eram crianças.
O clipe e a música são mais uma obra-prima do meio fonográfico.
Confiram:

Avenged Sevenfold no Brasil

Abril de 2011 será um mês especial para muitos brasileiros fãs de rock and roll. A banda californiana Avenged Sevenfold fará shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre pela turnê Nightmare After Christmas Tour que mobilizou os fãs por aqui, vendendo os ingressos em nada mais do que 2 dias no máximo! Um verdadeiro alarde está sendo feito em torno desse show, que promete ser inesquecível.
A última passagem da banda em terra nacional foi no SWU do ano anterior, onde deram uma pequena demonstração do que são capazes.
A turnê inclui as músicas do útlimo CD da banda, Nightmare (aclamado pela crítica) e também incluirá alguns dos maiores sucessos da banda.

Avenged Sevenfold, sem o falecido baterista The Rev

Confiram as datas:

Rio de Janeiro:
02/03/2011: Citybank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca [Dentro do Via Parque Shopping] – Rio de Janeiro, às 22:00h

São Paulo:
03/03/2011: Credicard Hall Localização: Av. das Nações Unidas, 17955 – São Paulo, às 20:00h

Curitiba:
06/03/2011: Master Hall, Rua Itajubá, 143 – Portão, às 19:00h

Porto Alegre:
07/03/2011: Casa do Gaúcho, Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, às 19:00hs

SWU

Esse feriado ficou marcado pelo grandioso evento que chegou a ser denominado Woodstock brasileiro, o SWU – Starts With You.
O evento reuniu diversas bandas de todo o mundo que tocaram durante 3 dias de shows e foi realizado na fazenda Maeda, em Itu.
A questão é, vou fazer uma espécia de crítica ao show levantando os pontos positivos e negativos do evento, na minha modesta opinião, é claro.

DESTAQUES NACIONAIS: Cavalera Conpiracy e Los Hermanos foram as melhores bandas nacionais que se apresentaram. Los Hermanos voltaram a tocar após 2 anos separados, e foi, dentro desse contexto, muito bom.

DESAPONTAMENTOS NACIONAIS: Infelizmente, Jota Quest e Capital Inicial não foram muito felizes em suas apresentações, desafinaram e não empolgaram tanto o público presente.

PONTO POSITIVO DO EVENTO: A desculpa usada…ops, quero dizer, a causa do evento foi a sustentabilidade, assunto discutido em tendas especializadas, além de reunir grandes nomes internacionais do rock.

PONTO NEGATIVO DO EVENTO: Houve tumulto durante o show do Rage Against the Machine, atraso no show do Queens of the Stone Age e muitos deixaram de ir no evento devido à distância de grandes centros urbanos.

PONTO ALTO DO SWU: Sem dúvidas, as melhores apresentações foram de Joss Stone, Rage Against the Machine, Kings of Leon, Linkin Park e o melhor show de todos, disparado, Avenged Sevenfold.

PONTO BAIXO DO SWU: Pixies, The Mars Volta e Regina Spektor destoaram um pouco das outras apresentações, foi tudo meio estranho, esquisito, mas enfim, tudo depende de gosto.

NADA MAIS DO QUE O ESPERADO: Diria que Queens of the Stone Age fizeram uma apresentação…direitinha. Poderiam ter tocado muitas músicas melhores do que as escolhidas, mas tudo bem, não passaram vergonha…exceto pela hora de atraso.

Mas o importante é, independente de gostos, opiniões, críticas e blá blá blá, o evento foi incrível para todos os fãs de rock ou boa música. O Brasil ganha com isso e espera ser cada dia mais requisitado pelos grandes cantores e bandas internacionais. VALEU SWU!

Avenged Sevenfold na Rock Hard

A renomada revista alemã Rock Hard possui publicações próprias em diversos países da Europa. A revista possui entrevistas e reportagens com as mais quentes bandas de rock em todas suas vertentes, do rock clássico, passando pelo punk, gótico, progressivo até o heavy metal mais extremo.O foco deste post é destinado à Rock Hard da França, que deu a nota 8,5 para o álbum Nightmare da banda Avenged Sevenfold.
Confira a review em português(créditos para http://home.avengedsevenfold.com.br ) :

“Tudo começa com uma música de primeiro grau. Temos que dizer que “Nightmare”, o quinto álbum do Avenged Sevenfold foi feito com dor, após a morte do baterista Jimmy Sullivan, que faleceu aos 28 anos dezembro do ano passado. Composto por completo antes de sua morte, Nightmare foi um álbum muito difícil de ser terminado: um verdadeiro pesadelo.

Primeiro, a banda se reuniu com os produtores Mike Elizondo e Andy Wallace, e então chegou Mike Portnoy, ex-Dream Theater, que era um dos bateristas preferidos de Jimmy e veio ao resgate para trabalhar nas linhas de bateria de Jimmy. Resultado: “Nightmare” veio pra nos mostrar que o Avenged Sevenfold vai ganhar essa aposta. Sem sacrificar a duração das músicas, o A7X dá melodia e variedade o suficiente para convencer até os ouvintes mais resistentes. A banda de M. Shadows é tem uma reputação de ser destinada a ouvintes mais jovens de metal, mas com esse novo álbum que entrou diretamente no primeiro lugar das paradas americanas, as mentalidades vão mudar.

“Welcome to The Family” provavelmente vai converter mais de um, assim como “Danger Line” com o refrão e as guitarras que parecem… Dream Theater. O Avenged Sevenfold se baseia mais que nunca em suas influências, principalmente o Metallica. Podemos ouvir um pouco da “One” e “Ride The Lightning” no final da “Buried Alive” uma música que poderia ser cantada por James Hetfield.

O A7X também coloca um pouco da Wherever I May Roam” na “God Hates Us” o que deve ficar insano no palco. E não podemos culpar a banda, que nos deu alguns hits em sequência, mesmo com músicas mais lentas mas com uma musicalidade muito bonita (“So Far Away” e “Tonight The World Dies”). E não se esqueça de “Fiction”, a música hipnotizante composta por The Rev alguns dias antes de sua morte (o título original da música era “Death”) e aquele final alucinante de 11 minutos que com certeza vai agradar os fãs de metal progressivo (“Save Me”). Após anos ouvindo Avenged Sevenfold como uma grande banda, “Nightmare” confirma essa idéia: o futuro está vindo agora mesmo.”

Arte de João Figueiredo

TOP 5 – CLIPES

Vou compartilhar com todos os leitores do Chico Louco os clipes mais criativos combinados com uma ótima música (na minha opinião) e espero que todos gostem.

5) P.O.D. – Change the World
O clipe, assim como a letra da música, traz uma mensagem positiva e de apelo para mudarmos o mundo. Com forte preocupação social e imagens lindas, o clipe da incrível banda P.O.D. merece estar no Top 5.

4) Avenged Sevenfold – A Little Piece Of Heaven
O clipe, apesar de ser um pouco sombrio e violento, faz alusão à uma famosa história real de um crime cometido nos Estados Unidos em 1963. Um psicopata matou a mulher mas guardou seu corpo como se ela estivesse viva. O clipe é feito em animação com aparência antiga, mas é uma obra prima no cenário do rock.

3)Oomph! – Labyrinth
O clipe dessa banda alemã pouco conhecida no Brasil faz uma alusão à história de Alice no País das Maravilhas, contada de modo sombrio. Com certeza é um grande clipe, acompanhado de uma música muito boa!

2) A-ha – Hunting High an Low
O clipe de 1985 revolucionou a indústria de clipes de uma vez por todas. Com efeitos gráficos avançados para a época e um enredo tocante, o videoclipe se tornou muito popular na década de 80, e em minha opinião, continua sendo uma obra de arte.

1) Linkin Park – Breaking the Habit
Esse videoclipe feito em animação marcou época pra mim! Além de muito bem feito, o clipe tem um enredo abstrato muito interessante. Merece estar em 1º lugar.

Jason Mraz plageia Avenged Sevenfold

Caros leitores do Chico Louco, venho por meio deste post, denunciar um gravíssimo caso de PLÁGIO!
Sim, o queridinho e aclamado Jason Mraz (em uma canção com Colbie Caillat), plagiou uma canção de grande sucesso da banda Avenged Sevenfold. Me admira muito que ninguém nunca tenha percebido essa façanha, que está ÓBVIA na música.
A canção Lucky, de 2008, copiou em seu refrão, a melodia de um solo de guitarra da música Bat Country, de 2005. Duvida? Ouça abaixo o trecho da cópia descarada e tire suas próprias conclusões:

A7X Lança clipe oficial de seu novo Single

A banda norteamericana Avenged Sevenfold lançou em sua página oficial no Youtube o clipe de seu novo single Nightmare.
O clipe contém, de forma subliminar, uma homenagem ao ex-integrante da banda, o “rei da bateria”, The Rev, que faleceu recentemente.
Confiram: