Arquivo da categoria: ROCK N' ROLL

Huaska lança novo álbum em 2012

A banda brasileira mais improvável dos últimos tempos, conhecida por misturar samba, rock e bossa nova, vai lançar o novo álbum, intitulado “Samba de Preto”. A previsão de lançamento é para o dia 12 de janeiro do ano que vem, contando com participações de peso, como Elza Soares e Eumir Deodato.
O vocalista da banda, Rafael Moromizato está guardando o projeto à sete chaves, com certeza com a grande expectativa de ser o novo “xodó” da banda.
Fiquem agora com vídeo do lançamento do novo CD e para maiores informações acessem o site oficial da banda:

Anúncios

Crítica Rock In Rio 2011 – System of a Down

Último dia de festival, um público que começou agitadíssimo com o show dos Detonautas, voltou a se acalmar com Pitty, permaneceu assim com Evanescence e foi premiado pelo melhor show do Rock In Rio 2011!
Quando a banda System Of A Down entrou no palco, a galera já se animou. O show mais esperado pelo público foi inacreditavelmente enérgico. A banda, que ficou quase quatro anos parada, mostrou porque foi a mais votada na enquete oficial do Rock In Rio antes dos shows quando se definia a Top-Line.

Foto de: Ricardo Matsukawa/Terra

Serj Tankian provou porque é considerado um dos melhores vocalistas da atualidade, esbanjando categoria e seu timbre melódico.
Daron Malakian também fez bonito, além de estar super empolgado com o show, interagiu com o público e arrancou acordes magníficos de sua guitarra.
Shavo Odadjian, como sempre, foi perfeito no baixo.
John Dolmayan comandou os bumbos de sua bateria com a excelência de sempre.

Com toda a certeza, muitas pessoas começaram a conhecer ainda mais System of a Down após esse show e perceberam que a banda não é apenas música; é engajamento político e ambiental, atitude e comprometimento.
Durante o show, Serj Tankian disse: “Sem nosso ecossistema, morremos. Vamos salvar o meio ambiente” tentando passar ao povo brasileiro uma mensagem conscientizadora. Pode parecer clichê, mas conhecendo o trabalho social de Serj, é possível acreditar na veracidade do sentimento transmitido pela mensagem.

Serj, em sua carreira solo, dedicou 90% de suas composições aos projetos políticos que defende e critica e à sustentabilidade. Daron também fez uma pequena parcela disso em sua banda paralela que durou pouco, Scars on Broadway.

Foto de: Ricardo Matsukawa/Terra

Voltando ao show no Rock In Rio, a banda preparou uma setlist com 28 músicas, sendo TODAS elas cantadas em coral pelo público apaixonado e vibrante (outro ponto alto desse festival). Intercalaram o som pesado com a melodia, incluindo aquele toque armênio que existe no sangue dos integrantes.

Abrindo com Prison Song, a banda empolgou a galera que já começou a gritar e pular. Logo após, presenteou o público com a introdução de Soldier Side seguida por BYOB, talvez o maior sucesso da banda. (segue vídeo abaixo)

Como se não bastasse, fez uma sequência com Revenga, Needles, Deer Dance, Radio/Vídeo, Hypnotize, Question, Suggestions, Psycho, Chop Suey, Lonely Day, Bounce, Lost in Hollywood, Kill Rock n Roll, Forest, Science, Mind, Innervision, Holy Mountains, Aerials, Vicinity, Tentative, Cigaro, Suite Pee, War?, Toxicity e Sugar.

Não a toa, o show do System of a Down foi eleito pelos criadores do Chico Louco como o MELHOR show desse Rock In Rio. E com certeza, o Brasil ficará marcado para sempre na memória deles, pois no final da apresentação, a emoção de Serj era óbvia, tanto que no fim do show ele vestiu uma bandeira do Brasil, se ajoelhou no palco e agradeceu. “Isto é System of a Down. Obrigado! Estamos felizes por termos tocado aqui no Brasil”.
E pode acreditar Serj, também estamos felizes por terem vindo e nos presenteado com o talento de vocês!
Volte sempre, System of a Down!

Foto de: Ricardo Matsukawa/Terra

Rock In Rio chega ao fim

Após 7 longos dias de festival, o Rock In Rio chegou ao fim, com um histórico de 160 atrações musicais e quase 800 mil pessoas presentes.
Essa edição foi marcada pela mistura de gêneros, de públicos e de sons. As atrações nacionais fizeram um ótimo trabalho, não ficando atrás dos grandes nomes de fora.
O festival contou com grandes momentos, outros nem tão bons assim, mas no geral, foi ESTUPENDO!
Tendo em vista isso, o Chico Louco vai preparar para vocês, ao longo dessa semana de ressaca do Rock In Rio, uma crítica sobre os melhores shows do evento.
Aguarde as novidades!

Apenas para adiantar a todos vocês, segundo a opinião dos criadores do blog, os 3 melhores shows do Rock In Rio 2011 foram, respectivamente, System of a Down, Coldplay e Metallica!
E se alguma lição pode ser tirada desses 7 dias, essa lição é que o Rock nunca morrerá!

Coldplay fez uma apresentação lendária!

65 anos de Freddie Mercury!

Parece mentira, mas há apoximadamente 20 anos atrás o mundo perdia a maior voz que já existiu.
20 anos de decadência no cenário musical que nunca mais ousou encontrar alguém melhor para o posto dele, o vocalista da banda inglesa Queen, Freddie Mercury!
Talvez o seu jeito ousado, suas performances marcantes, o bigode caricata, sua voz que perambula na maciez de um canto lírico com a agressividade acompanhada de guitarras alucinantes fizeram de Freddie um ícone.
Eu diria um gênio!

Hoje, no dia 5 de setembro de 2011, Freddie Mercury faria 65 anos. E como ele faz falta!
Filho de indianos, Freddie Mercury nasceu na ilha de Zanzibar em 1946 e só foi morar na Inglaterra em 1964. Já sabia tocar piano e ensaiava canto.
Pouca gente sabe, mas Freddie se formou em Design Gráfico e Artístico na Ealing Art College. Tanto que anos depois iria criar o símbolo do Queen.

Em 1970, foi criada a imortal banda citada acima. Nascia o Queen!
No mesmo ano, conheceu Mary Austin, sua namorada, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual, já que Freddie era bissexual e os dois, mesmo separados, mantiveram forte laço de amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música “Love of My Life”.
Afirmava então que Mary era o grande amor de sua vida, pois nunca mais foi capaz de amar ou ser amado da forma na qual ele sempre quis.

Compôs verdadeiros hinos, canções que representam muito mais do que a própria música, como as mostradas a seguir:

Em 1991, o mundo receberia a triste notícia da partida eterna de Freddie. Vítima da AIDS, faleceu em 24 de novembro em sua mansão.

Para alguém ficar imortalizado mesmo após seu óbito é porque alguma coisa muito genial fez em vida.
Freddie ERA genial.
Ninguem ousava imitar os movimentos de Mercury nos palcos, comandar as multidões dos estádio lotados e ter o carisma que era sua marca registrada, ao lado de seu inseparável bigode adotado na década de 80.

Se estivesse vivo, Freddie Mercury talvez se envorgonhasse do que acontece nos dias atuais. O cenário musical anda cada dia mais padronizado e pobre de ousadia.
Mesmo assim, ainda existem os fãs de gênios como ele, por isso seu aniversário está sendo tão lembrado.
Hoje, o Google lançou um Doodle musical com “Don’t stop me now”, visível em todo o mundo. Basta clicar na imagem no site de busca para ouvir a música e ver o vídeo. O Google traz também um blogue especial “Happy birttday, Freddie Mercury”, dedicado ao aniversário do cantor, com texto de autoria do guitarrista da imrotal banda Queen, Brian May.
Aqui você pode conferir esse Doodle especial:

O Youtube também homenagea o líder da banda Queen com o show completo “Queen – Live At Wembley Stadium” realizado em 1986, sendo considerado um dos melhores de toda a história da música.
Confira aqui:

Freddie Mercury é também homenageado no Brasil, com o lançamento da campanha “Freddie for a Day”, organizada pela Sociedade Viva Cazuza, ONG brasileira de luta contra a AIDS.

Talvez tenha sido essa a grande missão de Freddie Mercury em vida.
Ser um gênio, um ícone musical, ser idolatrado em todo o mundo e morrer deixando um alerta dessa terrível doença que assola o universo dos abusos.
Freddie foi um dos escolhidos para partir no topo e mostrar ao mundo que ninguem está imune à AIDS e que ser feliz não depende de fama, e sim de saúde, pois apesar de ser rico, famoso e invejado, ele sofria do pior mau de todos: solidão!

Aonde quer que esteja, Freddie, obrigado por ter existido!
A vida é assim mesmo, ganhamos e perdemos pessoas, mas temos de seguir sempre em frente, afinal, The Show Must Go On!

Créditos e fontes: http://www.wikipedia.com / http://aeiou.expresso.pt / “queenoficial” – canal oficial do Queen no Youtube.

Bandas esquecidas/injustiçadas

A cada semana, aproximadamente 15000 novas bandas aparecem em todo mundo. Estatística assustadora? Nem tanto, afinal de contas, menos de 5% dessas bandas fazem sucesso.
Quantas vezes não nos damos conta de uma grande banda que chegou a aspirar um grande sucesso, mas acabou caindo no esquecimento?
Ou até mesmo uma grande banda do momento que não tem espaço na mídia, devido ao fraco momento de indústria musical?
O Chico Louco preparou uma lista com algumas dessas bandas, que apesar da qualidade musical, não tiveram o mérito tão reconhecido.

Começaremos com uma banda de Indie Rock que até começou bem, mas morreu em seu segundo CD.
Boy Kill Boy nasceu na Inglaterra, em meados de 2004. No ano seguinte lançaram um single que chegou até a ficar famoso, inclusive fazendo parte da trilha sonora de um jogo de videogame da EA Sports (Fifa Street 2), com a música Suzie.
O primeiro álbum, Civilian, foi bem aceito pela mídia inglesa e chegou a ficar na 16ª posição nas paradas do Reino Unido, principalmente com a já citada música Suzie, além de Back Again e Civil Sin.
Em 2007 lançaram o segundo álbum, Stars and the Sea, mas foi um completo fracasso no mercado. Ainda assim, as 2 músicas que mais emplacaram foram No Conversation e Promises, porém nada que pudesse salvar a banda da separação em 2008.

Opinião do Chico: A banda é um prato cheio para os fãs do Indie Rock, naquele estilo bem clássico das guitarras em sons repetitivos e corridos. As músicas, mesmo do segundo CD, são uma ótima escolha para ouvir em momentos de descontração. Uma banda que merecia mais reconhecimento.

Confiram a mais aclamada música de Boy Kill Boy, Suzie:

O próximo músico que vou citar, é um nome brasileiro, pouquíssimo conhecido no Brasil.
Luciano Nakata Albuquerque, artisticamente e MUNDIALMENTE conhecido como Curumin, nasceu em São Paulo, é multi-instrumentista, cantor, compositor e nunca teve seu nome conhecido em terras tupiniquins com a devida proporção. Porém, já atingiu as paradas na França, Inglaterra, Turquia, Nova Zelândia e Portugal.
Tem como característica, realizar misturas de samba, funk, jazz, bossa nova, hip hop e elementos eletrônicos em suas músicas.
Seus álbums de maior reconhecimento são “Achados e Perdidos” e “Japan Pop Show”.
Talvez suas músicas de maior sucesso sejam Guerreiro (Achados e Perdidos) e Magrela Fever (Japan Pop Show), então vamos conhecer a genialidade de Curumin, um artista com a ginga brasileira, esquecido pela Terra Mãe:

Magrela Fever:

Guerreiro:

A banda de metal americana Element Eighty, formada em 2000, tinha tudo para estourar no mercado do rock mundial, mas as coisas não deram muito certo. Quando se esperava um grande salto na carreira em 2003, assinando contrato com a gravadora Universal/Republic Records e fazendo turnês com bandas de renome, como Sevendust, nada surtiu efeito. A banda, talvez por falta de marketing, perdeu espaço, e decidiu voltar as origens, virando novamente uma banda independente. Foi assim que lançaram, na minha modesta opinião, seu melhor álbum, The Bear.
Confiram:

Por último, mas não menos importante, vamos falar de um projeto criado em 1995 por Peter Hook, baixista do New Order, junto com David Potts, integrante do grupo Revenge, denominado Monaco!
O grupo ficou famoso em 1997 com o single What Do You Want From Me, vendendo quase um milhão de cópias do álbum Music for Pleasure.
Com grande influência de New Order, Pet Shop Boys, Revenge, e outras bandas desse estilo Dance-pop-rock, Monaco tem ritmos alucinantes misturando um lounge, com as batidas frenéticas e suaves do baixo.
O segundo álbum não surtiu muito efeito e banda acabou em 2000.

Vamos então ouvir 2 músicas do Monaco, que diferem bastante em seus estilos:

What Do You Want From Me:

Billy Bones (ignorem o clipe do Youtube montado com imagens não relacionadas à banda):

O nosso resgate de hoje pela indústria musical esquecida termina por aqui, espero que todos tenham gostado e não se esqueçam de divulgar e comentar. Em breve faremos um novo post como esse.

Sentimento musical

Qualquer ser humano com um entendimento musical apurado sabe que são poucos os intérpretes que conseguem transmitir verdade, emoção e desabafos pessoais em suas canções.
Isso também não é fácil para grandes compositores, afinal, não são muitos que conseguem abrir sua intimidade ou expressar o sentimento que o corrói em um esboço de canção.
Porém, existem aqueles ícones musicais, que de forma sutil e impecável conseguem adicionar todos esses elementos complicados e puros em uma música.
Vou citar, mostrar e tentar explicar algumas situações dessa “arte” de sentir, emocionar e compartilhar.

Começaremos com talvez, o maior cantor e compositor que já pisou nesse mundo, Freddie Mercury.
O vocalista da banda Queen teve uma vida não tão feliz quanto sua carreira profissional.
Assumidamente bissexual, Freddie possuía excentricidades excessivas, que o afastava de relacionamentos verdadeiros. Passou toda uma vida buscando Somebody to Love (alguém para amar), como diz o título de uma de suas memoráveis canções, mas nunca conseguiu encontrar. O que ele tinha era uma vida de relacionamentos curtos sentimentalmente vazios.
Dizia ser uma pessoa triste, mas um certo dia entristeceu ainda mais. Freddie foi acometido pelo cruel vírus da AIDS. Já esperava pelo pior, sua legião de fãs ficou chocada, sua carreira se escondeu atrás dos muros de sua mansão. Freddie viveu uma reclusão da sociedade. Se escondeu, talvez tentando encontrar dentro de si uma força que o levasse adiante, que lhe trouxesse esperança de ainda conhecer o amor de sua vida.
Infelizmente não foi possível, uma broncopneumonia impulsionada pelo HIV o levou a óbito.
Um mês antes de sua morte, presenteou o mundo com uma das mais belas canções já feitas. Uma música com melodia forte e letra emocionante retratando sua vida após a descoberta da doença e talvez, trazendo ao líder da banda Queen, um resto de esperança que ainda existia dentro daquele coração que nunca foi amado.
Freddie Mercury já sabia, The Show Must Go On!

Outra canção de um grande gênio, talvez nem tão aclamado quanto Freddie, retrata o sofrimento vivido durante toda a vida por Morrissey.
O ex-vocalista da banda The Smiths, que desde 1988 segue em carreira solo, escreveu uma canção em 2004 relatando a dificuldade que passou durante toda sua vida por ser Assexual. Seria um indivíduo que não sente atração, tanto pelo sexo oposto quanto pelo sexo igual, devido à uma disfunção sexual.
Muito se fala sobre a assexualidade, mas Morrissey sempre deixou muito claro que sofreu e ainda sofre por ser assim. Na música I Have Forgiven Jesus ele consegue expressar de uma forma magnífica toda a sua dor e angústia por não conseguir aceitar muito bem esse problema.
Na verdade, a música acaba sendo seu desabafo, de uma vida preconceituosa, confusa e complicada.

A tradução da música:

Eu Perdoei Jesus

Eu fui um bom garoto
Eu não te faria nenhum dano
Eu fui um garoto legal
Com uma rota legal de entrega de jornais
Perdoe-me qualquer dor
Que eu possa ter te trazido
Com ajuda de Deus, eu sei
Sempre estarei perto de você

Mas Jesus me magoou
Quando me abandonou, mas
Eu perdoei Jesus
Por todo o desejo
Que ele colocou em mim
Quando não há nada que eu possa fazer
Com esse desejo

Eu fui um bom garoto
Através do granizo e da neve
Eu iria apenas para te ultrajar
Eu carreguei meu coração em minhas mãos
Você compreende?
Você compreende?

Mas Jesus me magoou
Quando me abandonou, mas
Eu perdoei Jesus
Por todo o amor
Que ele colocou em mim
Quando não há ninguém para quem eu possa me voltar
Com este amor

Segunda – humilhação
Terça – sufocamento
Quarta – condescendência
Quinta – é patético
Lá pela sexta – a vida me matou
Lá pela sexta – a vida me matou
(Oh, lindo,
Oh, lindo)

Por que você me deu tanto desejo?
Quando não tenho aonde ir
Para descarregar este desejo?
E por que você me deu tanto amor
Num mundo sem amor
Quando não há ninguém para quem eu possa voltar
Para liberar todo esse amor?

E por que você me mutila
Com ossos e pele auto-depreciativos?
Jesus, você me odeia?
Por que você me mutila
Com ossos e pele auto-depreciativos?
Você me odeia?
Você me odeia?
Você me odeia?
Você me odeia?
Você me odeia?

Quando ele diz “Eu perdoei Jesus por todo o desejo que ele colocou em mim, quando não há nada que eu possa fazer com esse desejo” ele cita o fato de não sentir atração por ninguem, e assim, guardar dentro de si o afeto amoroso que nunca conseguiu compartilhar com uma pessoa que poderia passar o resto da vida.

O último caso citado nesse post será de uma interpretação de uma música.
Elvis Presley foi outro impressionante cantor que se perdeu no mundo por conta de problemas de saúde derivados ao excesso. O eterno Rei do Rock possui uma infinidade de músicas compostas por ele mesmo, mas sempre disse em entrevistas que a música que ele mais gostava de cantar, era My Way de Frank Sinatra. Nunca se soube o motivo, mas anos depois de sua morte, Ginger Alden, a ex-namorada de Elvis disse a uma emissora de televisão que ele se identificava muito com a letra pois ele já sofria muito com o vício do alcool quando cantou a canção pela primeira vez em um show, em 1973, no Hawaii.
Logo na primeira frase, a música diz “E agora o fim está próximo”, como se Elvis já soubesse do fim que levaria. Ao decorrer da canção, a letra fala de coisas erradas feitas pelo caminho até então percorrido e termina com uma frase que caracteriza de forma completa a trajetória de Elvis na Terra: “Os registros mostram que eu apanhei muito, mas eu fiz do meu jeito!”

Se alguém se lembrar de mais uma grande canção que tranpasse toda emoção e significados sinceros, compartilhem conosco nos comentários!

Avenged Sevenfold divulga novo videoclipe

A banda Avenged Sevenfold lançou nessa última semana o videoclipe oficial da música So Far Away, presente no último álbum, Nightmare.
A música e o vídeo foram feitos em homenagem ao ex-baterista Jimmy “The Rev” Sullivan, que faleceu no finalzinho de 2009 vítima de uma combinação fatal de álcool e drogas prescritas. Ele tinha cardiomegalia (coração dilatado) e não aguentou a combinação dos produtos químicos.
O videoclipe mostra de forma tocante a vida que os integrantes da banda passaram com The Rev desde quando ainda eram crianças.
O clipe e a música são mais uma obra-prima do meio fonográfico.
Confiram:

Avenged Sevenfold no Brasil

Abril de 2011 será um mês especial para muitos brasileiros fãs de rock and roll. A banda californiana Avenged Sevenfold fará shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre pela turnê Nightmare After Christmas Tour que mobilizou os fãs por aqui, vendendo os ingressos em nada mais do que 2 dias no máximo! Um verdadeiro alarde está sendo feito em torno desse show, que promete ser inesquecível.
A última passagem da banda em terra nacional foi no SWU do ano anterior, onde deram uma pequena demonstração do que são capazes.
A turnê inclui as músicas do útlimo CD da banda, Nightmare (aclamado pela crítica) e também incluirá alguns dos maiores sucessos da banda.

Avenged Sevenfold, sem o falecido baterista The Rev

Confiram as datas:

Rio de Janeiro:
02/03/2011: Citybank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca [Dentro do Via Parque Shopping] – Rio de Janeiro, às 22:00h

São Paulo:
03/03/2011: Credicard Hall Localização: Av. das Nações Unidas, 17955 – São Paulo, às 20:00h

Curitiba:
06/03/2011: Master Hall, Rua Itajubá, 143 – Portão, às 19:00h

Porto Alegre:
07/03/2011: Casa do Gaúcho, Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, às 19:00hs

As 3 melhores “tentativas” de imitar Queen

Todos sabem que Freddie Mercury é inigualável.
E todos também sabem que as músicas do Queen são intocáveis.
Nunca ninguém conseguirá passar a mesma emoção que Freddie ao interpretá-las.
Mas vasculhando pela internet, achei algumas versões “interessantes”.
Claro, não tão boas quanto as originais, mas fazem pelo menos “respeito” ao Queen.

Confiram:

Homenagem à Freddie Mercury

Homenagem ao grande intérprete de canções épicas da história musical mundial!
Emocionante!